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25 out 2017 / 12:20

Leitores protestam junto ao MCTES e exigem medidas urgentes que evitem o despedimento ou o subemprego

Os leitores das universidades portuguesas vivem uma situação de emprego extremamente preocupante, que poderá  terminar com o seu despedimento por não haver qualquer mecanismo que permita o ingresso nos quadros das instituições em que trabalham, estando, para muitos, a esgotar-se o prazo (para outros, já se esgotou) em que podem manter-se na situação de contratados a termo a tempo integral / dedicação exclusiva. A ausência de medidas que garantissem o seu ingresso nos quadros levou a que muitos já tivessem sido despedidos, por cessação dos seus contratos, e outros tenham sido obrigados a continuar em funções a tempo parcial para se poderem manter na mesma instituição.

Este é um velho problema que se arrasta há anos e que mereceu do MCTES, em abril passado, uma proposta de diploma legal, visando resolvê-lo. Acontece que, daí para cá, nunca o Governo criou condições para que este projeto fosse negociado e dele resultasse o indispensável regime de integração nos quadros de um grupo de docentes, calculado em cerca de duas centenas, que vive uma situação de grande precariedade.

Face ao arrastamento do problema e porque esperam há anos por uma solução, leitores das universidades portuguesas concentrar-se-ão na próxima quinta-feira, 26 de outubro, junto ao MCTES (Palácio das Laranjeiras), a partir das 11 horas, esperando ser recebidos pelo Ministro Manuel Heitor e ouvir, da sua parte, a assunção do compromisso de uma solução urgente que ponha cobro à incerteza que têm relativamente ao seu futuro.

 

O Secretariado Nacional


 
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