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FENPROF

SÓ É VENCIDO QUEM DESISTE DE LUTAR. A LUTA CONTINUA POR RESPEITO E JUSTIÇA!

Comício da Indignação em Lisboa
22 mai 2019 / 18:55

Duas centenas de professores, dirigentes e delegados sindicais participaram esta quarta-feira, em Lisboa, no terceiro dos cinco "Comícios da Indignação" promovidos pelas organizações sindicais de docentes.

No Largo de Camões, Mário Nogueira disse aos jornalistas que os professores estão indignados não só pelo roubo do tempo de serviço cumprido, mas também pelo ataque de que tem sido alvo toda a classe profissional nas últimas semanas. O Secretário Geral da FENPROF voltou a apelar aos professores para não se precipitarem no momento da opção entre as duas modalidades de roubo de tempo de serviço: o DL 36/2019 ou o DL 65/2019.


Comícios da Indignação - Faro
21 mai 2019 / 21:43

No Comício da Indignação, em Faro, o Secretário Geral da FENPROF apelou aos professores para levarem a luta até ao voto, em defesa da profissão docente: "Levar a luta até ao voto, desta vez, passa também por levarem o crachá [dos 9 anos, 4 meses e 2 dias] ou a t-shirt quando forem votar", explicita Mário Nogueira.


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21 mai 2019 / 11:25

O Secretário Geral da FENPROF explica como deverão proceder os professores relativamente à opção entre as duas modalidades de roubo de tempo de serviço: o DL 36/2019 ou o DL 65/2019.

Mário Nogueira apela à calma e ponderação para que os professores não acabem por aceitar, tacitamente, o roubo de 6,5 anos de tempo de serviço cumprido.


20 mai 2019 / 21:00

Comício da Indignação - Porto - 20.05.2019 (Reportagem RTP)

No dia em que foi publicada a segunda modalidade de roubo aos professores e em que foi notícia mais uma ingerência do FMI em relação às carreiras profissionais, tiveram início, no Porto, os "Comícios da Indignação". Na Praça D. João I, centenas de professores reuniram-se para reafirmar que não desistirão de lutar pela devolução do que é seu.

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Intervenção de Mário Nogueira (extracto)


Aos Professores, Educadores e Investigadores,
17 mai 2019 / 16:34

Em 26 de maio realizam-se as eleições para o Parlamento Europeu. A FENPROF apela aos professores, educadores e investigadores que participem nas eleições, tendo, assim, voz ativa na definição da representação nacional.

Estas eleições são, muitas vezes, desvalorizadas, com reflexos numa elevada abstenção. É um erro, pois, da composição do Parlamento Europeu, resultam consequências importantes para as nações e os povos.


Professores arrancam Campanha no Porto, já na segunda-feira
17 mai 2019 / 16:00

Comícios da Indignação destacarão exigências de recuperação integral do tempo de serviço e regime específico de aposentação 

Será uma semana de Campanha pela Dignidade Profissional Docente, durante a qual serão realizados 5 Comícios da Indignação: Porto, Faro, Lisboa, Évora e Coimbra. Com estes comícios, pretende-se deixar claro que os docentes não desistiram da sua luta e irão mantê-la até ao último dia da atual legislatura, não se inibindo de intervir durante os períodos de campanha eleitoral, retomando-a logo que se inicie a próxima legislatura, apresentando as suas reivindicações junto do governo que sair das eleições de 6 de outubro.

As organizações sindicais de docentes reiteram que esta luta é fundamental não apenas para a dignificação da profissão docente, mas também para o futuro da Escola Pública e a concretização do direito constitucional a uma educação de qualidade. Ou seja, a luta dos Professores e dos Educadores é uma luta por um futuro melhor para o País.


Conferência de Imprensa das organizações sindicais de docentes

Os professores e educadores continuarão a lutar pela valorização da sua profissão, contra o desrespeito, a desconsideração e o desprezo que, nas últimas duas semanas, alguns deixaram de conseguir esconder.

Em conferência de imprensa, as organizações sindicais de docentes apresentaram as formas de luta que vão trazer os professores para a rua. 
Já na próxima semana, vão realizar-se os comícios da indignação dos professores: a 20 de maio no Porto, em Faro no dia 21, em Lisboa no dia 22, em Évora a 23 de maio e em Coimbra no dia 24, sempre às 17h30.

Em conferência de imprensa, as organizações sindicais de docentes apresentaram as formas de luta que vão promover. Já na próxima semana, vão realizar-se os comícios da indignação dos professores: a 20 de maio no Porto, em Faro no dia 21, em Lisboa no dia 22, em Évora a 23 de maio e em Coimbra no dia 24, sempre às 17h30.

Confira aqui as datas e os locais dos Comícios da Indignação dos Professores

Leia aqui a declaração das organizações sindicais de docentes


Listas de progressão aos 5º e 7º escalões

A FENPROF solicitou à Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos a emissão de um parecer no sentido de determinar a imperatividade de o Ministério da Educação divulgar todos os dados nas Listas Provisórias de Graduação Nacional dos Docentes Candidatos às Vagas para Acesso aos 5.º e 7.º escalões que determinaram a ordenação dos docentes candidatos.


FENPROF SAÚDA OS PROFESSORES E ASSUME COMPROMISSO:

A FENPROF saúda todos os professores e educadores que nunca desistiram da luta e que, apesar da sua longa duração e complexidade, estão disponíveis para a continuar, pois sabem que a razão está do seu lado. 

Ninguém roubará a dignidade aos professores... nem o tempo de serviço!


SIC Notícias - 8 de maio de 2019

Entrevista do Secretário-geral da FENPROF à Edição da Noite da SIC Notícias sobre a crise política gerada pelo Primeiro-Ministro em torno da recuperação do tempo de serviço dos professores. Nesta entrevista, Mário Nogueira sublinha a diferença entre os valores apresentados pela UTAO e os apresentados pelo Governo e afirma que a luta dos professores não irá parar com o chumbo das alterações ao decreto-lei do governo na Assembleia da República.


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No final da votação na Assembleia da República, o Secretário-geral da FENPROF declarou que os professores não vão deixar de lutar pela recuperação integral do tempo de serviço cumprido pelos professores. Os sindicatos vão reunir na próxima quarta-feira e anunciar futuras formas de luta.


Negociação das condições de acesso dos professores à pré-reforma

Depois da ação, na qual para além da exigência do direito à pré-reforma dos docentes, se reafirmou a exigência da criação de um regime específico de aposentação, é hora de continuarmos a agir, entregando às direções das escolas não agrupadas/agrupamentos de escolas um requerimento que vise iniciar o processo e permita a negociação prevista na lei.

Para tal, a FENPROF disponibiliza uma minuta de requerimento, que basta imprimir e acabar de preencher ou adaptar e imprimir.

- Minuta de Requerimento 


Recuperação do tempo de serviço

A UTAO afirma que a recuperação integral do tempo de serviço não impediria o cumprimento das regras orçamentais. Será que sobram dúvidas sobre a manipulação que tem vindo a ser feita pelo governo para virar a opinião pública nacional contra os professores? uma manipulação assente na falta de rigor e na mentira? 

O Ministério de Mário Centeno atirou-se à UTAO, que acusou de fazer um cálculo totalmente arbitrário. Isso confirma que, para este governo, quem não está consigo está contra si, o que é um princípio muito questionável em democracia.


Artigo de Pacheco Pereira - Público de 18 de maio de 2019
20 mai 2019 / 14:00

«A hostilidade aos professores é evidente em muitos sectores da sociedade portuguesa. Manifestou-se mais uma vez no último conflito gerado pelas votações dos partidos na Assembleia atribuindo aos professores a contagem integral do tempo de serviço. Antes, durante e depois deste processo, a vaga de hostilidade aos professores atingiu níveis elevados, com a comunicação social a escavar fundo a ferida, com sondagens orientadas e uma miríade de artigos de opinião e editoriais».

Leia aqui a opinião de Pacheco Pereira na edição do Público de 18 de maio [ou neste link só para assinantes]


Entrevista Mário Nogueira - Parte III
13 mai 2019 / 11:23

Na terceira parte da entrevista ao Jornal da FENPROF, Mário Nogueira analisa o mandato de Tiago Brandão Rodrigues e da atual equipa ministerial que considera ter pouco peso político no governo: «no momento de maior conflito com os professores o governo fê-lo desaparecer».

Quanto ao futuro, o Secretário Geral da FENPROF afirma que este «será determinado pelas dinâmicas reivindicativas e de luta que os professores forem capazes de desenvolver. Não acredito que seja possível alterar alguma coisa ainda com o atual governo, daí que seja muito importante obter compromissos credíveis dos partidos que concorrem às eleições e pugnar, depois, pela sua concretização». 


11 mai 2019 / 11:20

(de Paulo Ilharco)

Meu Abril é o ano inteiro!
Minha voz a Liberdade!
Roube a corja o meu tinteiro,
Mas jamais a Dignidade!!!


Mário Nogueira, Jornal Público, 6 de maio de 2019
06 mai 2019 / 17:45

O Secretário Geral da FENPROF escreve, na edição desta segunda-feira do jornal Público, a propósito da ameaça de demissão do Primeiro Ministro que «a reação do Primeiro-ministro pode ter parecido desproporcionada, mas não foi, dado o objetivo perseguido. Impregnado do mais repugnante oportunismo político, governo e PS optaram pela vitimização e, tentando virar os portugueses contra os seus professores, procuram atingir o que não conseguem de outra forma: estancar a lenta quebra visível em sondagens que apontam para uma vitória à “poucochinho”; tentar maioria absoluta nas legislativas para retomarem uma governação que os professores nunca esquecerão, pois esteve na origem das suas maiores manifestações de sempre».

Leia aqui o artigo completo.


22 abr 2019 / 15:03

Neste estudo, Eugénio Rosa analisa, utilizando dados da OCDE e do governo, a situação actual do sector da saúde em Portugal, mostrando que a percentagem da riqueza criada no país (PIB) destinada à saúde dos portugueses diminuiu entre 2006 e 2017, uma tendência contrária à verificada na generalidade dos países da União Europeia.

Ler estudo de Eugénio Rosa


INFORMAÇÃO 3/2019 AOS BENEFICIÁRIOS DA ADSE:
22 abr 2019 / 14:58

«A verdade, como explico nesta informação, é que os beneficiários familiares daqueles que fizeram declarações aos media tiveram durante muito tempo apoios que a generalidade dos beneficiários da ADSE não têm, pois não constam das Tabelas e regras da ADSE. Há uma profunda desigualdade, herdada do passado, que urge resolver com cuidado mas que é importante não ocultar e falar com verdade, e não adiar mais uma vez decisões» – Eugénio Rosa, Economista

Veja aqui o estudo


Greve sobretrabalho
29 mar 2019 / 13:10

A generalização do funcionamento dos cursos profissionais e outras modalidades de ensino profissionalizante nas escolas públicas tem levantado importantes questões do âmbito laboral aos docentes que lecionam essas turmas.

No sentido de tentar clarificar e uniformizar procedimentos para o tratamento de alguns dos problemas mais frequentes, a FENPROF decidiu apresentar o presente documento, no pressuposto de que, quer na organização dos cronogramas dos cursos, quer na organização dos horários dos docentes, “as necessárias adaptações” previstas no Despacho Normativo n.º 10-B/2018, sobre o Calendário Escolar, não podem violar os princípios definidos no Código de Trabalho, na Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas  e no Estatuto da Carreira Docente

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Consulte aqui todas as informações relativas ao 13º Congresso Nacional dos Professores


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“Saúde no trabalho sem doenças profissionais” foi o tema do mês de maio escolhido pela Comissão de Igualdade entre Mulheres e Homens da CGTP-IN, da qual a FENPROF faz parte, no âmbito do Semestre da Igualdade. 

Texto completo


Evento Internacional Educação e Sociedade (Cuba)



Divulgação do Relatório do Estudo
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Parecer da FENPROF
(Emitido em fevereiro de 2018)

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