Assembleia Geral do Sindicato dos Professores no Estrangeiro
Eleitos os corpos gerentes para o triénio 2015/2018
O Sindicato dos Professores no Estrangeiro (SPE) reuniu no passado fim de semana nas instalações da Central sindical OGB-L, na cidade do Luxemburgo.Foram analisados os aspetos mais em evidência nos diversos países onde estes professores trabalham e que tiveram a oportunidade de comunicar todos os problemas vividos. Foram também debatidas as relações com as diferentes Coordenações, o papel desempenhado pelos DAP, em especial na Alemanha. No tocante ao relacionamento com as entidades tutelares, CICL e SECP, os sócios tiveram oportunidade de escutar as diversas situações em que o SPE se tem envolvido com a tutela na luta pela defesa dos direitos dos docentes.
SPE/FENPROF reuniu com o Camões, Instituto da Cooperação e da Língua e com o Secretário de Estado das Comunidades.
Numa ronda de auscultação das principais medidas, em perspetiva de implementação para o próximo ano letivo, o SPE/FENPROF reuniu no passado dia 22 de dezembro, com responsáveis do CICL e com o Secretario de Estado das Comunidades. Foram reuniões, onde o sindicato teve oportunidade de expor diversas situações para as quais reivindica respostas urgentes e que se prendem com problemas detetados no funcionamento dos cursos do EPE em países como a Alemanha, Luxemburgo, Suíça e Reino Unido.
Boas Festas!
Os votos sinceros do SPE para todos os professores
do Ensino Português no Estrangeiro
Primeira proposta de revisão do regime jurídico do Ensino Português no Estrangeiro
No passado dia 3 de outubro foi entregue um documento com a primeira proposta de revisão do Decreto-Lei n.º234/2012 de 30 de outubro, com vista ao lançamento da revisão do regime jurídico.Entre as várias propostas de alteração ao diploma constam medidas que são de especial relevância e importância na medida em que procuram garantir a estabilidade dos docentes a trabalhar no EPE bem como proporcionar uma melhor e mais efetiva identidade dos docentes com a comunidade e especialmente a manutenção de empatias criadas ao longo dos anos de trabalho. Aguarda-se agora uma tomada de posição do governante.
Da fundação da CPLP à “Petrolíngua”!
Vamos aguardar para ver o papel que fica destinado a Portugal, à sua língua e à sua cultura. E nós, os professores, vamos aguardando em constante sobressalto, o futuro que nos esteja destinado. Alguém disse, um dia, em jeito de paródia que havia “petróleo no Beato”. Nós só podemos formar, ensinar, educar crianças e jovens que serão o futuro, o amanhã e que, com o nosso esforço e dedicação continuarão a falar, ler e escrever em português. Para isso trabalhamos todos os dias, assim nos permitam manter os nossos postos de trabalho./ Carlos Pato (Ilustração: "O Inimigo Público")
Mais desemprego no ensino português no estrangeiro
O desinvestimento na educação do Governo português leva a cortes nos orçamentos dos ministérios. 10 milhões a menos no Ministério dos Negócios Estrangeiros leva Instituto Camões a cessação de comissões de serviço e consequentes despedimentos.
SPE e FENPROF reúnem com Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas
O SPE e a FENPROF reuniram (9 de julho de 2014) com o Senhor Secretário de Estado das Comunidades para analisar e procurar obter respostas para os problemas que se colocam presentemente no EPE, nomeadamente a contagem do tempo das comissões de serviço, a revisão do Regulamento Interno de Avaliação, a realização de um concurso geral no ano de 2015 e a revisão do regime jurídico.
Não estamos imunes às medidas que este Governo toma nem devemos adotar um comportamento passivo em relação às mesmas!
As razões para os Professores, Educadores e Investigadores não baixarem os braços e lutarem com grande determinação contra as políticas do governo PSD / CDS são cada vez mais e de acrescida gravidade. O tempo é de estar atento, informado, unido e mobilizado. Vivemos um tempo em que não podemos aliviar a mobilização ou delegar em outros a representação na luta. Lutar em todos os momentos possíveis é fundamental. Os professores, educadores e investigadores contam com a FENPROF nesta luta. Todos seremos capazes de derrotar estas políticas e de levar à demissão este governo ilegítimo e sem apoio social. Vamos a isso! / MN
SPE/FENPROF reuniu com Governo para desbloquear a resolução de problemas...
...e iniciar reflexão sobre o futuro deste regime de ensino
A FENPROF reuniu (23/05/2014) com o Secretário de Estado das Comunidades Portugueses para colocar algumas preocupações que tem relativamente ao futuro do Ensino Português no Estrangeiro (EPE) e apresentar propostas relativamente a problemas concretos cuja resolução urge. A delegação da FENPROF integrou dirigentes do Sindicato dos Professores no Estrangeiro (SPE) que é membro desta Federação. Foto: J. Caria
Ministro Crato ao microfone: Diretiva Europeia??!!! É para já!
Nota-se em toda a peça uma gritante falta de rigor, de transparência democrática e de frontalidade. O MEC está a jogar na opacidade, na confusão e mistura de conceitos e processos. Procurando empurrar com a barriga os problemas reais vai “responder” à intimação da CE – que, previsivelmente, não será de difícil contentamento – sem qualquer esforço suplementar, apenas vinculando, a baixo custo, um mínimo dos mínimos que já estaria obrigado a deixar entrar nos quadros. Mais não é do que um embuste!
FENPROF e SPE reúnem com o Secretário de Estado das Comunidades
A FENPROF, representada pelo seu Secretário Geral, e uma delegação do Sindicato dos Professores no Estrangeiro apresentaram na passada terça-feira, 18 de fevereiro, em reunião expressamente solicitada para o efeito, as suas preocupações perante a situação de degradação das condições de vida dos docentes a trabalhar no estrangeiro. Os sucessivos cortes efetuados nos salários estão a condicionar drasticamente a existência dos professores que têm de lançar mão de outros trabalhos para poderem sobreviver e manter alguns restos de dignidade na convivência com os seus pares dos países de acolhimento.
O bom, o mau e o vilão
“ Nuno Crato quer professores nas escolas inglesas para promover o português”.
Nós, professores a trabalhar no EPE também queremos, e muitos! Mas não só em Inglaterra, nos outros países também. Esta vontade súbita veio mais uma vez demonstrar quanta desorganização reina no Governo português; quanto cinismo e hipocrisia alimenta estas figuras que, em público e em conferências internacionais vêm proferir este tipo de afirmações. Não satisfeito com os desmandos e malfeitorias das quais é ator principal em Portugal, vem cometer uma ingerência grave nos assuntos internos do Ensino Português no Estrangeiro. / Carlos Pato
"A FENPROF vale muito mais do que uma carta semicerrada !!! O Mário Nogueira não precisa de “cartas abertas.”
Quantas “reguadas” vai levar um candidato que dê mais de 10 erros?
O SPE/FENPROF discorda frontalmente da aplicação de mais uma barreira às legítimas expetativas daqueles que, ao terminarem os seus cursos via ensino, encontram à espera deles não o mercado de trabalho mas as filas intermináveis dos centros de (des)emprego onde só vão encontrar promessas vãs ou alguns folhetos a convidar à emigração.
A PACC é uma ignomínia!
O atual governo pela mao do seu ministro Nuno Crato quer, através de um absurdo exame que visa aferir os requisitos para a docência, afastar da profissão mais alguns milhares de profissionais com muitos anos de serviço.
OE 2014: Camões, Instituto da Cooperação e da Língua reduz despesa em 7,8 milhões de euros
Quem vão ser os sacrificados? Os professores, mais uma vez? Porquê? Não fazem falta?
Com a chegada do OE para 2014 mais uma vez se volta a verificar um ataque à Educação e aos direitos constitucionalmente assegurados aos filhos dos emigrantes portugueses espalhados pelo mundo.
SPE e FENPROF reúnem-se com Secretário de Estado das Comunidades
Resolução de problemas e estabilidade no sistema são importantes para o bom funcionamento e qualidade no Ensino Português no Estrangeiro.
Ano Europeu dos Cidadãos
Este Ano Europeu dos Cidadãos é decretado precisamente quando as instâncias da União Europeia prosseguem uma política neo-liberal, com dinâmicas que sobrepõem os interesses das grandes potências à generalidade dos países, situação que tem originado uma grande contestação popular e o questionamento não só da moeda única como da própria União.
Como alerta a CGTP-IN, ss trabalhadores portugueses têm sido vítimas de múltiplos episódios de tratamento discriminatório e de exploração laboral em Estados membros da União Europeia, nos quais teoricamente, e de acordo com a letra dos Tratados e a legislação comunitária e na sua qualidade de cidadãos europeus, deveriam gozar de plena liberdade de circulação e beneficiar de igualdade de tratamento no acesso ao emprego e demais condições laborais e sociais.
A realidade, acrescenta a Central unitária, é que os princípios e regras da UE em matéria de livre circulação de trabalhadores são letra morta na generalidade dos Estados membros, em especial aqueles que tradicionalmente são vistos como países de acolhimento de migrantes, registando-se um fosso enorme entre os direitos de que os cidadãos da UE gozam no papel e aqueles que na prática lhes são reconhecidos.


