Conferência de Imprensa pelo SIM!: "Para acabar com a injustiça, todos os votos contam"
Processo de Revisão do ECD
Debate Nacional sobre a Educação promovido pelo CNE
Vigília de Educadores e Professores no Funchal
Marcha Nacional: a força dos educadores e dos professores
Milhares de educadores e professores, oriundos de todas as regiões do País, muitos deles com viagens iniciadas de manhã bem cedo, concentraram-se ao princípio da tarde no Marquês de Pombal. Objectivo: Marcha Nacional com destino ao largo do Rossio, convocada por 14 organizações de docentes.Em luta pela sua dignidade profissional, fizeram ouvir os sentimentos de protesto e de indignação que percorrem os jardins de infância e as escolas básicas e secundárias do País: "Pela negociação, contra a imposição", "Categoria só há uma: Professor e mais nenhuma!", "Direitos são para manter, não são par abater!", "Quotas na avaliação são a sua negação!" e "O tempo de serviço é para contar, não é para congelar"
Fotos da Marcha Nacional dos Professores e Educadores
Vergonhoso!
Após a reunião na manhã de 19 de Outubro (quinta-feira) em que foi entregue a 4ª versão das alterações ao ECD, as 14 organizações sindicais estiveram reunidas (foto) para preparar a resposta adequada à dimensão da ignomínia que esta versão contém. Para que não haja dúvidas, apelamos a todos os professores e educadores que leiam com muito cuidado toda a proposta, em especial o penúltimo parágrafo da página 2 e o último parágrafo da página 8 (a última). Aí, preto no branco, está a proposta: que os sindicatos se vendam a troco de meia dúzia de cedências ou então a que vale é a versão 3.
Vigília à porta do ME: determinação, unidade, solidariedade
"Um sinal forte de que os 14 sindicatos se mantêm unidos e que os professores estão dispostos a lutar até ao fim"
Abaixo-assinado de 65 mil professores entregue no Ministério da Educação
Vigília, Plenário e Cordão Humano
Após 49 horas seguidas de Vigília à porta do ME, acção que decorreu entre as 11h00 do dia 15 e as 12h00 do dia 17 de Novembro, teve lugar no Parque Eduardo VII, junto ao pavilhão Carlos Lopes, um grande plenário de educadores e professores, que registou intervenções de membros das organizações da Plataforma Sindical Docente. Os mais de 4 000 docentes presentes no encontro sindical do Parque Eduardo VII formaram depois um longo cordão humano, que enfrentou a chuva e a distância até ao ME, percorrendo a Av. Fontes Pereira de Melo, seguindo até ao Saldanha, avançando pela Av. da República, em direcção à Av. 5 de Outubro. Só quase uma hora depois da chegada da cabeça do cordão de quase dois mil metros de comprimento é que o desfile terminava, envolvendo o edifício do Ministério e ocupando a placa central da avenida frente ao ME.
Governo, orgulhosamente só, aprova ECD desestabilizador
Como sublinhou Paulo Sucena, este Estatuto de Carreira vai "gerar a mais grave crise política" da esfera da Educação em Portugal. "Não é um Estatuto da Carreira Docente assumido pela classe docente, mas um Estatuto imposto à classe docente", observou o porta-voz da Plataforma Sindical no encontro com os profissionais da comunicação social, ao fim da tarde de 23 de Novembro.
Diáspora: 100 000 deixaram Portugal em 2006
Sindicatos lamentam promulgação do Estatuto da Carreira Docente
Actividades de enriquecimento curricular: na Região Centro verbas terão sido transferidas para as autarquias ao final da tarde de 29 de Dezembro 2006
Lei Nº 99/2003 de 27 de Agosto
Sócrates incomodado com apupos no Funchal
Por um Estatuto de Carreira Docente digno e valorizador da profissão
Os educadores e professores portugueses aprestam-se para iniciar e prosseguir, com afinco e coragem, em convergência, um dos mais importantes movimentos dos últimos decénios - o da luta por um estatuto de carreira dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário digno e valorizador da profissão. É uma luta que se antevê prolongada e difícil, mas para a qual todos se mostram fortemente empenhados, sublinha o documento apresentado na conferência de imprensa que decorreu em Lisboa no dia 27 de Julho, subscrito por 13 organizações de docentes.
Os propósitos do Ministério da Educação, em obediência à política global do Governo para a Administração Pública, estão claramente expressos na proposta apresentada às Organizações Sindicais e são profundamente preocupantes e injustos, refere o documento, que acrescenta:
Com efeito, e no seguimento de uma política terrivelmente nefasta para todos os docentes, a proposta do ME funda-se exclusivamente em preocupações economicistas, arredando para um inaceitável segundo plano a componente pedagógica que é a marca essencial da profissão.
Por outro lado, as Organizações Sindicais subscritoras não podem deixar de manifestar as suas profundas reservas em relação a este processo negocial, porque, se se atender ao histórico recente, será muito mais de imposição do que de negociação.
Ministra é excelente em discurso demagógico, mas incompetente em matéria de Educação
O Secretariado Nacional da FENPROF, reunido em Lisboa, nos dias 4 e 5 de Setembro, face aos gravíssimos erros cometidos, este ano, ao longo de todo o processo de concursos e colocação de professores e educadores, decidiu solicitar uma reunião urgente ao Ministério da Educação e confirmar a intenção de recorrer aos Tribunais perante as ilegalidades que têm sido cometidas.
O número de erros cometidos, a par da natureza ilegal de muitos deles, a que acresce uma realidade profissional pejada de injustiças, exigem - e a FENPROF exigi-lo-á junto do Ministério da Educação - que as colocações decorrentes do concurso deste ano tenham a validade de apenas um ano, devendo haver um novo concurso em 2007.
Governo quer liquidar a Função Pública e os direitos sociais
As propostas do Governo de Revisão do Sistema de Carreiras e Remunerações na Administração Pública, pretendem:
Acabar com o vínculo de emprego público de todos os trabalhadores da Administração Pública
Permitir o despedimento sem justa causa
Acabar com o regime de carreiras
Diminuir os salários dos trabalhadores em geral
Aumentar o horário de trabalho, alterar o regime de faltas e diminuir o período de férias


