A situação do ensino português no estrangeiro
Bruno Silva
Presidente do SPE
Desde a apresentação da proposta de revisão do Regime Jurídico do Ensino Português no Estrangeiro (RJEPE), no passado dia 28 de maio de 2026, o SPE/FENPROF tem desenvolvido um intenso e permanente trabalho de intervenção sindical, assumindo uma posição firme na defesa dos direitos dos trabalhadores e da valorização do Ensino Português no Estrangeiro.
Ao longo deste processo, foram promovidas diversas iniciativas junto das mais altas entidades do Estado, Presidente da República e Primeiro-Ministro, tendo sido igualmente apresentadas contrapropostas técnica e juridicamente fundamentadas, com o objetivo de corrigir os aspetos mais gravosos da proposta inicialmente apresentada pelo Governo.
Combater o trabalho infantil através da educação: Mais de 5.700 crianças africanas de regresso à escola
Manuela Mendonça
Membro do SN da FENPROF
Num contexto em que milhões de crianças continuam afastadas da escola e são sujeitas a trabalho infantil, a Internacional da Educação (IE) e os seus sindicatos membros desenvolvem uma ação determinada em defesa do direito universal à educação. Um exemplo dessa ação é um programa implementado por 15 sindicatos da educação de oito países africanos que, combinando formação de professores, cooperação sindical e mobilização comunitária, permitiu que mais de 5.700 crianças regressassem à escola em 2024 e 2025.
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"Mais de 60 anos de criminoso bloqueio"
José Paulo Oliveira
Jornalista
A Associação de Amizade Portugal-Cuba (AAPC) e o Conselho Português para a Paz Cooperação (CPPC) promoveram em Lisboa uma ação de protesto pelo fim do bloqueio, da agressão e das ameaças dos Estados Unidos da América contra Cuba. A iniciativa, realizada no passado dia 25 de junho, reuniu mais de meio milhar de pessoas e teve início na Cidade Universitária (Cantina Velha), seguindo até à Embaixada dos EUA, na zona de Sete Rios.
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Escolas e Jardins de Infância mais frescos precisam-se!
José Janela
Quercus - ANCN
Com as ondas de calor cada vez mais frequentes, intensas e prolongadas, há locais que deveriam funcionar como verdadeiros refúgios térmicos. As escolas e os jardins de infância estão entre eles. É nestes espaços que passam grande parte do dia milhares de crianças, particularmente vulneráveis às temperaturas extremas. Também o corpo docente está mais envelhecido e inclui cada vez mais profissionais com doenças crónicas, tornando-se igualmente mais sensível aos efeitos do calor.
No entanto, muitas escolas portuguesas continuam mal preparadas para enfrentar esta realidade.
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Docentes do Ensino Profissional: esclarecer para agir e defender direitos
A FENPROF aprovou e divulgou um conjunto de Perguntas Frequentes (FAQ) dedicado à situação dos docentes do ensino profissional, com o objetivo de disponibilizar informação clara, fundamentada e útil sobre questões que continuam a suscitar dúvidas e a exigir resposta.
Num contexto marcado por desigualdades de tratamento, diferentes vínculos, incertezas quanto às condições de trabalho e problemas relacionados com carreiras, horários, financiamento e organização do serviço, torna-se essencial que os docentes conheçam os seus direitos e disponham de instrumentos que apoiem a sua intervenção.


