Solidariedade com a FENPROF e os professores portugueses
Apelo à participação dos bolseiros de investigação científica na Greve Geral
Greve: instruções e respostas a questões mais frequentes
Primeiras declarações às 11h00 junto à EB 2.3 Marquesa de Alorna, em Lisboa
A força da sua razão, reforça as razões para uma grande adesão à greve geral por parte dos professores, educadores e investigadores
Os professores, educadores e investigadores científicos, tal como a grande maioria dos trabalhadores de Educação estarão amanhã (24 de Novembro, quarta-feira) na Greve Geral. A forte adesão esperada por parte dos docentes e investigadores portugueses corresponderá à expressão da sua, também ela, fortíssima indignação face às políticas que têm estado a ser desenvolvidas no país e às medidas impostas, alegadamente para resolverem uma situação crítica da qual não são responsáveis.
Milhares de pessoas em defesa da Paz
A Campanha “Paz Sim! NATO Não!” culminou com uma grande manifestação, em Lisboa, na tarde de 20 de Novembro (sábado). Desceram a Avenida da Liberdade mais de trinta mil pessoas, que exigiram o fim das políticas belicistas e a abertura de um novo ciclo, marcado pelo desenvolvimento, a cooperação, o progresso e a paz no mundo. / JPO
FENPROF dá parecer positivo às propostas apresentadas na AR
Através das apreciações parlamentares n.º 52/XI e 56/XI/1.ª apresentadas, respectivamente, por BE e PCP, o Estatuto da Carreira Docente volta a estar na ordem do dia, podendo ser alterados alguns dos seus aspectos mais negativos. É neste âmbito que avaliação de desempenho, tempo de serviço, vinculação de docentes, prova de ingresso na profissão e tantos outros aspectos voltam a ser apreciados, sendo criadas condições para a correcção e/ou alteração dos aspectos mais negativos da carreira dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário.
Em anexo:
Ofícios da FENPROF:
FENPROF reuniu com Direcção do PSD
Uma delegação da FENPROF, dirigida pelo Secretário Geral, Mário Nogueira, esteve na manhã de segunda-feira, 22 de Novembro, na sede do PSD para uma reunião com uma representação deste partido, que integrou o seu Presidente, Passos Coelho. No encontro estiveram particularmente em foco as preocupações da FENPROF sobre o Orçamento do Estado e os seus reflexos " em 2011 no funcionamento das escolas". À saída, em declarações à comunicação social (foto), Mário Nogueira lembrou que as escolas são afectadas diretamente pelo Orçamento do Estado e indiretamente pelas quebras nas autarquias.
Números do desemprego confirmam justeza da Greve Geral
Existem hoje mais de 760 mil trabalhadores desempregados, numa taxa real de desemprego que é já de 13,5%. Este aumento do desemprego, partindo mesmo da taxa oficial de desemprego foi, num só ano, de 11,3%; cerca de metade dos desempregados são jovens com menos de 34 anos. A precariedade atinge mais de 888 mil trabalhadores, subindo mais 5% em relação a igual período do ano passado, fazendo dos jovens as principais vítimas (60% do total).
Sindicatos de Professores apelam à participação na Greve Geral
FENPROF, FENEI, ASPL, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SIPE, SIPPEB e SPLIU, subscrevem uma declaração conjunta de organizações sindicais de docentes, apelando a uma forte adesão dos professores, educadores e investigadores científicos à Greve Geral do próximo dia 24 de Novembro.
Representantes da comunidade educativa aprovam e divulgam Manifesto
INVESTIR NA EDUCAÇÃO NÃO É UMA DESPESA! CORTAR NO QUE É VITAL ÀS ESCOLAS PROVOCA RUPTURAS INSANÁVEIS!
"Cortar nos recursos de que as escolas dispõem – humanos, físicos, materiais, financeiros –, e de forma tão violenta, impede que cumpram adequadamente a sua missão de ensinar, formar, educar e qualificar", alerta o Manifesto divulgado esta quinta-feira, 18 de Novembro, em Lisboa, documento subscrito por diferentes organizações representativas da comunidade educativa (foto). / JPO
FENPROF reuniu com ANMP e com duas comissões parlamentares
A FENPROF reuniu no dia 15 (foto), com a Associação Nacional de Municípios Portugueses, tendo, com muita preocupação, ouvido a exposição que foi feita pelo seu Secretário-Geral. Segundo este dirigente, o Ministério da Educação não paga aos municípios, desde 2009, o transporte dos alunos das mais de 2.000 escolas encerradas em 2008, ainda por Lurdes Rodrigues.Já no dia 16, a FENPROF reuniu com duas comissões parlamentares: i) Orçamento e Finanças; ii) Trabalho e Administração Pública. Junto dos deputados destas comissões, a intenção da FENPROF foi sensibilizá-los e, por seu intermédio, os respectivos grupos parlamentares no sentido de prevenirem no presente a salvaguarda do futuro, designadamente rejeitando as medidas que o OE para 2011 prevê para a Educação.
FENPROF exige suspensão imediata da avaliação em curso! Escolas não sabem como fazer e ME também não!
Não há regras! Não há competência! Não há vergonha!
Se dúvidas existissem, elas desfaziam-se! O Ministério da Educação não sabe como aplicar o actual modelo de avaliação, vendo-se obrigado a encontrar sucessivas excepções que são ilegais e pedagogicamente insustentáveis. Vem isto a propósito da mais recente “pérola” da DGRHE/ME, que chegou (11/11/2010) às escolas, sendo datada de 8 de Novembro (a Circular B10015847T), com alegadas orientações sobre a designação de coordenadores de departamento curricular, relatores e coordenadores de estabelecimento em situação excepcional.



