É inaceitável e provocatória a "proposta" do Governo de congelar salários e de agravar as regras de aposentação
É inaceitável e provocatória a proposta do Governo de congelar salários, suplementos e subsídios aos trabalhadores da Administração Pública, logo também à generalidade dos professores e educadores, tanto mais quando estes trabalhadores, em média, na última década, viram as suas remunerações reduzidas em mais de 6%! Cresce de importância a participação dos Professores e Educadores na Manifestação Nacional da Administração Pública, promovida pela Frente Comum de Sindicatos, que se realizará no próximo dia 5 de Fevereiro, em Lisboa.
A propósito dos salários, das reformas e da luta que todos nós, professores, trabalhadores da AP, temos urgentemente de travar
"O congelamento dos salários e o agravamento das condições de aposentação, quer para o regime de pensão (cada vez menos) completo, quer para o antecipado, em 2010, confirmam que nada de significativo mudou depois das legislativas nas políticas do Governo e do PS" (Mário Nogueira).
Viabilização da profissionalização para os docentes que completam este ano os 6 anos de tempo de serviço garantida em princípio
Um mau Orçamento para a Educação que aposta em políticas votadas ao fracasso
No Ensino Público, a principal atenção do Governo parece esgotar-se na construção e requalificação de edifícios. Sem pôr em causa a importância desse programa, é curto, muito curto, esgotar a aposta e a alegada valorização da Escola Pública nos seus edifícios. Sendo importante o investimento nos recursos físicos, deixar para segundo plano os recursos materiais, financeiros e humanos é continuar a apostar de forma errada, em práticas que só se tornam possíveis num quadro de continuidade das políticas negativas levadas a cabo pela anterior equipa ministerial. Ou seja, políticas que não se orientam para a dignificação e valorização dos profissionais da Educação, nem para a melhoria das condições em que se desenvolve o seu exercício profissional.
Provocação do Governo em relação aos salários e aposentações exige dos professores uma forte resposta já no dia 5 de Fevereiro
É inaceitável e provocatória a proposta do Governo de congelar salários, suplementos e subsídios aos trabalhadores da Administração Pública, logo também à generalidade dos professores e educadores, tanto mais quando estes trabalhadores, em média, na última década, viram as suas remunerações reduzidas em mais de 6%! Cresce de importância a participação dos Professores e Educadores na Manifestação Nacional da Administração Pública, promovida pela Frente Comum de Sindicatos, que se realizará no próximo dia 5 de Fevereiro, em Lisboa.
Administração Pública volta à rua a 5 de Fevereiro
Os educadores e professores, tal como os outros trabalhadores da Administração Pública, têm vindo a ser confrontados com uma escalada de medidas de cariz marcadamente neoliberal que lhes retiram direitos arduamente conquistados ao longo de décadas e que se traduzem no aumento da precariedade e da instabilidade, na destruição do vínculo público, na utilização de quotas no sistema de avaliação, na retirada de direitos de aposentação, na degradação dos salários e pensões, entre outros. Não cruzamos os braços e no dia 5 de Fevereiro, às 15 horas, nos Restauradores, em Lisboa, estaremos em força na manifestação nacional da Administração Pública.
"GRAFFITI", o novo trabalho de Júlio Pereira
Plenário de Sindicatos da CGTP-IN
Concentração de reformados na Assembleia da República
Cimeira defende a necessidade de lutar pela recuperação do poder de compra
A Frente Comum e a FENPROF defendem um aumento justo dos salários de 4,5%, um subsídio de refeição de 6,5%, a actualização dos escalões de IRS, de forma a evitar o agravamento da situação fiscal dos trabalhadores, maior rigor fiscal com as grandes fortunas e sector financeiro, a contagem integral do tempo de serviço retirado aos trabalhadores entre 2005 e 2008, aumento das comparticipações de ADSE em 10%, entre outros aspectos... / ARC e LL
Os ódios particulares do sr. Rangel levam-no à barra dos tribunais
A FENPROF, perante a justa indignação dos professores, recorreu aos tribunais onde apresentou queixa-crime contra o senhor Rangel. Um ano e oito meses depois, desenvolvido o processo e ouvidas as testemunhas, o senhor Rangel viu o DIAP de Lisboa constitui-lo arguido de um processo em que considera existirem indícios de prática do crime de difamação, avançando com o mesmo para julgamento.
Docentes contratados impedidos de se inscreverem na Caixa Geral de Aposentações
FENPROF aprovou Resolução sobre as prioridades reivindicativas e a acção dos professores
Decorreu no dia 7 de Novembro (sábado) o Conselho Nacional da FENPROF. No final, realizou-se uma conferência de imprensa em que se procedeu à divulgação da resolução aprovada momentos antes naquele que é o mais importante órgão, entre congressos, da FENPROF.
FENPROF reúne com Sindicato dos Inspectores de Educação
Reuniões com partidos prosseguiram no passado dia 29 de Outubro
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| Falta agora, apenas, que seja marcada a reunião com o PS. A FENPROF espera, no entanto, que a mesma se realize proximamente, dada a urgência que existe na abordagem de alguns dos assuntos em agenda. Nas fotos: reuniões com o BE (27/10/09, à esquerda) e com o CDS/PP (28/10/09, à direita). |
Uma verdadeira mudança política exige capacidade de diálogo e negociação
Da nova equipa do ME - a quem será solicitada uma primeira reunião logo que tome posse - espera-se capacidade de diálogo e negociação e aguardam-se sinais claros e inequívocos de mudança, devendo já os primeiros ser a suspensão do actual regime de avaliação, ficando as escolas dispensadas de apresentar a calendarização prevista até ao final do corrente mês de Outubro, e uma intervenção urgente no sentido da regularização dos horários de trabalho dos professores.
FENPROF iniciou "ronda" com os partidos políticos
A FENPROF reuniu (22/10/2009) com as direcções dos PCP e PSD, estando presentes, respectivamente, o Secretário-Geral e a Presidente daqueles partidos políticos o que se reputa de muito importante. Ainda no 1º período lectivo, é necessário que se inicie a revisão do actual ECD e seja garantida a realização de novo concurso, já no próximo ano, para ingresso nos quadros. Dos partidos políticos, a FENPROF ouviu o reafirmar de compromissos assumidos, designadamente durante a campanha eleitoral e mesmo ao longo da Legislatura cessante. Esta terça-feira, dia 27, em Lisboa, a FENPROF reúne com o
"Trouxemos aos partidos as preocupações da FENPROF, depois de uma legislatura que foi autocrática e prepotente"
Existem agora "condições novas na Assembleia da República para um diálogo político efectivo", recordou Mário Nogueira. "O Parlamento poderá tomar iniciativas", sublinhou ainda o dirigente da FENPROF. Uma delegação da Federação Nacional dos Professores reuniu (22/10/2009) com as direcções dos PCP (foto) e PSD. Na próxima terça-feira, dia 27, a FENPROF reunirá com o
FENPROF solicita reuniões aos partidos políticos
Com os objectivos de debater as questões da Educação, actualizar o diagnóstico quanto ao seu estado, dar a conhecer os contributos e propostas que tem para que se caminhe no sentido da resolução dos problemas e, ainda, conhecer melhor as propostas e prioridades dos partidos políticos com representação parlamentar para a área da Educação, a



