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11 jun 2021 / 13:33

“Portugal continua a ser um país de baixa escolaridade, que desinveste na educação, com grandes diferenças de remunerações causadas pelos diferentes níveis de escolaridade [...]"

Portugal continua a ser um país de baixa escolaridade, que desinveste na educação, com grandes diferenças de remunerações causadas pelos diferentes níveis de escolaridade, o que associado ao baixo “stock” de capital por trabalhador determina baixa produtividade, constituindo obstáculos importantes ao crescimento económico e ao desenvolvimento do país

Neste estudo, que pode ler aqui, o Dr. Eugénio Rosa  analisa, utilizando dados do INE e do Eurostat, todos estes aspetos da realidade atual portuguesa, mostrando o que se tem verificado nos últimos anos em Portugal com os sucessivos governos. Fica assim clara a fragilidade e a extrema dependência ao exterior da economia portuguesa, e a razão porque o país enfrenta atualmente uma crise sem precedentes, que está aumentar a pobreza (já cerca de 2.000.000 portugueses vivem no limiar da pobreza), sendo 570600 o número real de desempregados no nosso país em março de 2021 segundo o INE em que apenas 241.263 (42%) recebem subsídio de desemprego. Tendo presente este quadro e a quebra brutal verificado na economia do país causada pela pandemia, assim como os aspetos analisados nos últimos estudos – 3 programas comunitários para executar simultaneamente (Portugal 2020, o PRR e o QFP 2021/2027) até 2030 sob pena de se perderem uma parte desses fundos – assim como a extrema fragilidade em que se encontra a Administração Pública causada pelo COVID e por falta de recursos, que o Ministério das Finanças está a estrangular ainda mais com o objetivo de reduzir o défice e a dívida pública até 2025 para valores incomportáveis, fácil é de compreender os desafios e as dificuldades que os portugueses enfrentarão num futuro próximo se não se verificar uma alteração profunda na política governamental. 


 
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