Olá, o meu nome é Vítor e tenho um problema...
"Sinto-me a surfar uma onda de trinta metros, como aquele rapaz da Nazaré, com a diferença de que não percebo puto de surf. Sei perfeitamente que, não tarda muito, vou levar com o vagalhão na nuca..."
Por quem os sinos dobram ?
Esta obra de Hemingway pode muito bem adaptar-se ao tormentoso momento vivido no EPE desde alunos, pais e mães, bem como professores. Os professores no EPE estão a ser vítimas de um autêntico roubo feito pelo governo português aos rendimentos do trabalho. É um problema que tem na origem o facto de o governo português estar a roubar nestes rendimentos, para entregar milhões de euros aos grandes interesses financeiros (BPN / Banif) e internacionais, para pagar juros à troika e para tapar buracos profundos, alguns, feitos de forma criminosa. / C.P.
Despacho sobre recuperação de vencimento de exercício perdido
Outra legislação de interesse:
IRS (Lei n.º 66-B/2012, de 31 de dezembro, DR n.º 252 – Série I – 1.º Suplemento)
Férias, faltas e licenças (Decreto lei n o 100 99 de 31 de março)
"Grande disponibilidade dos professores para continuar as lutas necessárias!"
"Há uma grande disponibilidade dos professores para continuar as lutas que forem necessárias", sublinhou Mário Nogueira na conferência de imprensa que assinalou na manhã do passado dia 22, à porta do MEC, na "5 de outubro", o encerramento da Semana de Luta e em Luta, realizada entre os dias 18 e 22. O Secretário Geral da FENPROF fez um balanço muito positivo desta Semana - uma ação de expressivo significado para os docentes e para escola pública - , que deu visibilidade aos grandes problemas do setor. António Avelãs, Presidente do SPGL, chamou a atenção dos jornalistas para a questão dos horários e condições de trabalho dos professores portugueses, tema central deste último dia da Semana de Luto e em Luta. / JPO
Mega-agrupamentos: a desumanização da escola
Municipalização da educação: transferência ou alienação de competências?
Texto distribuído na conferência de imprensa, realizada (21/02/2013) no auditório do SPN, no Porto
Um acordo violado, um PM que mente e milhares de professores que, em três anos, perderam mais de quatro salários!...
Com dados concretos e exigências ao MEC e ao governo, a FENPROF promoveu em Faro (20/02/2013) uma conferência de Imprensa (foto) em que deu a conhecer a atual situação salarial dos docentes. Já há quem pague para trabalhar e apenas pretenda garantir tempo de serviço a pensar no futuro. Assim não se pode ser Professor, pois a estes profissionais exige-se uma dedicação exclusiva à profissão e aos seus alunos. Mas como garantir isso se a remuneração não dá para viver? O Secretário Geral da FENPROF foi um dos participantes neste encontro com a comunicação social, integrado na Semana de Luto e em Luta. / JPO
Declarações de Mário Nogueira (vídeo)
MEC marca reunião com FENPROF para 26 de fevereiro
O MEC de Nuno Crato demorou mais de seis horas a marcar a reunião com a FENPROF, considerada pela Federação como muito urgente tendo em conta a gravidade da situação e das indefinições em que vivem a escola pública e a profissão docente. Em breve declaração à comunicação social – desta vez à porta das instalações de “5 de Outubro” – Mário Nogueira anunciou que o Ministério tinha decidido, finalmente, marcar a reunião com a FENPROF para o próximo dia 26 de fevereiro (terça-feira), às 16h30. / JPO
Mário Nogueira: declarações em frente ao MEC, na "5 de outubro", 18h00, 18/02/2013 (vídeo)
Conferência de imprensa nas Laranjeiras, 11h00, 18/02/2013: declarações de Mário Nogueira (vídeo)
Conferência de imprensa nas Laranjeiras, 11h00, 18/02/2013: declarações de António Avelãs (vídeo)
Imagens da conferência de imprensa (Palácio das Laranjeiras, 11h00, 18/02/2013)
Estabilidade profissional e desemprego dos professores em destaque na Semana de Luto e em Luta
O desemprego continua a aumentar, graças a políticas que o provocam. Junta-se a instabilidade dos docentes dos quadros. O clima de insegurança e desconfiança reflete-se no próprio desempenho profissional. A estabilidade do corpo docente nas escolas é um fator determinante para a qualidade da resposta educativa e da Escola Pública. As escolas precisam de equipas estáveis de professores que aprofundem o conhecimento conjunto sobre as comunidades educativas, as características dos alunos, sobre processos de trabalho e soluções para os problemas concretos, destaca o documento divulgado pela FENPROF na passada terça-feira (19/02), de manhã, na conferência de imprensa realizada em Coimbra, integrada na Semana de Luto e Luta dos Professores. O Secretário Geral da FENPROF foi um dos participantes neste encontro com a imprensa.
Carta de uma professora que sabe o que anda a fazer no EPE
O Secretário de Estado das Comunidades afirmou a um órgão de comunicação social que ”(...) há professores nossos [portugueses] que ainda não sabem trabalhar com os níveis linguísticos do Quadro Europeu de Línguas. Têm de aprender!” É grave uma afirmação destas. É grave pôr em causa a preparação científico-pedagógica dos profissionais que estão no terreno em contacto permanente com a realidade do Ensino Português no Estrangeiro e um governante com responsabilidades tutelares vem aviltar estes profissionais da educação.


