Campanha nacional em defesa da Escola Pública começou no Porto e segue para Viana do Castelo e Valença
Esta terça-feira de manhã, no Porto, decorreu uma conferência de Imprensa na Praça da Liberdade (foto), onde falou o Secretário-Geral da FENPROF. Registou-se também a intervenção de Manuela Mendonça, Coordenadora da Direção do SPN e membro do SN da FENPROF. Foram dados a conhecer todos os pormenores da campanha e os seus objetivos principais num momento em que se anunciam novas medidas que, a concretizarem-se, serão de grande violência para a Escola Pública e os seus profissionais. A caravana segue agora para o Minho, começando por Viana do Castelo e Valença. / JPO
Problemas sentidos pelos professores no acesso ao sistema de inscrição/renovação de inscrições para o próximo ano letivo
Aguardamos a comunicação da solução a encontrar pelo Camões, IP no sentido de evitar eventuais prejuízos quer da parte de professores, quer de encarregados de educação que assim se estão a ver privados do acesso à plataforma.
Atenção: prazo para a renovação/inscrição para o próximo ano letivo (2013/2014) prolongado até às 24h00 de 14 de maio
Caravana em defesa da Escola Pública
A partir de terça-feira, 14 de maio (Porto) e até 6 de junho (Lisboa), o país será percorrido por uma caravana que integrará exposições temáticas, projeção vídeo de depoimentos de pessoas publicamente reconhecidas, a subscrição de um protesto individual, distribuição de informação à população, espetáculos, exposições de escolas, debates e concentrações em defesa da Escola Pública, iniciativas que engrandecem o país e a democracia. Por uma Escola Pública Democrática, Inclusiva, de Qualidade e Universal, será o tema da conferência de Imprensa a realizar no dia de arranque da Campanha, no Porto, às 10H30, com a presença do Secretário Geral da FENPROF, Mário Nogueira.
Intervenção do SPE no 11º Congresso Nacional dos Professores
O Ensino Português no Estrangeiro está ameaçado! O Governo português, através da Secretaria de Estado das Comunidades em cooperação com o Camões,IP, tem o propósito de, pouco a pouco, ir delapidando o EPE.
Os professores do EPE exigem o fim da famigerada propina, medida economicista e castradora das liberdades e direitos dos filhos dos emigrantes portugueses e exigem condições de trabalho que lhes permitam desenvolver a sua prática letiva sem se sentirem subalternizados pelos colegas autóctones.
Reunião do SPE/FENPROF com o Secretário de Estado das Comunidades e Presidente do Camões, IP.
FENPROF denuncia desvalorização do Ensino Português no Estrangeiro...
...e ataque aos direitos dos professores e das comunidades emigradas
SPE/FENPROF contra os exames para certificação que o Camões, IP. quer realizar no final do presente ano letivo
Não são os exames nos moldes propostos que atestam a qualidade do ensino bem como a qualidade das aprendizagens e proficiências linguísticas. Pelo contrário, destaca o SPE/FENPROF, a situação de mudança e de adaptação às novas regras que se verifica no Ensino Português no Estrangeiro (EPE), assim como o contexto em que se realizam e a pressão exercida sobre as crianças e jovens poderá até distorcer negativamente a avaliação que é feita sobre as mesmas, ao mesmo tempo que desvaloriza o trabalho continuado dos alunos e dos seus professores.
Declarações de Mário Nogueira após a reunião do Conselho Nacional da FENPROF
"Há uma Lei Fundamental neste país que tem de ser respeitada", lembrou Mário Nogueira numa breve entrevista(ver vídeo) à página da FENPROF após a reunião do Conselho Nacional da Federação, do passado sábado, dia 6, em Lisboa. O SPE esteve representado pelo seu Secretário Geral, Carlos Pato.
Declarações de Mário Nogueira, após reunião do Conselho Nacional da FENPROF
Ação de Mobilização Geral dos Professores
Entre outros aspetos, esteve em preparação na reunião (foto) do passado dia 6, do órgão máximo da FENPROF entre Congressos, a Ação de Mobilização Geral dos Professores, a realizar entre 9 a 13 de abril, sob o lema "TOLERÂNCIA ZERO PARA COM O GOVERN0 E AS SUAS POLÍTICAS". Como sublinhou Mário Nogueira à nossa reportagem, "é preciso ouvir os professores sobre o que se está a passar no ensino, as suas preocupações sobre o futuro da escola pública, os objetivos de luta que consideram prioritários e as formas de intervenção e luta mais adequadas e para as quais será maior a disponibilidades dos docentes".
Declarações de Mário Nogueira, após reunião do Conselho Nacional da FENPROF (vídeo)
Reuniões de professores em todo o país (agenda em atualização)
Estudo da "Mercer" sobre as remunerações distorce a realidade...
MAS SERVIU AO GOVERNO PARA MANIPULAR OPINIÃO CONTRA OS TRABALHADORES DA FUNÇÃO PÚBLICA
Reunião dos professores no EPE/Luxemburgo com o Deputado Paulo Pisco
Decorreu ontem,no dia 14 de março, na sede da OGB-L, uma reunião com o Deputado do Partido Socialista, Paulo Pisco, e ainda com o Conselheiro das Comunidades, Eduardo Dias. O principal objetivo deste encontro foi prestar informações ao deputado eleito pelo círculo da Europa à Assembleia da República sobre as dificuldades por que passam os professores a trabalhar no Luxemburgo. Discutiu-se a política cega e desumana de cortes salariais imposta pelo Governo português sem que o mesmo tenha em consideração o elevado custo de vida existente nos países onde os professores trabalham bem como as suas condições de trabalho.
Joana Manuel - atriz e jovem!
Um professor é um ator permanente no teatro da vida que é ensinar, educar, comunicar, gerar empatias. Pensa que está seguro, escudado nos seus saberes, nas sua experiências no seu profissionalismo. Trabalha sem rede mas obedecendo à rede que todos os anos vai ficando com uma malha tão fina pela qual muito poucos ainda conseguirão passar num futuro de amanhã! Tal como as artes "chutadas para canto" também o Ensino Português no Estrangeiro, no hoje que vivemos, será chutado para a bancada devido a uma imperícia extrema de um jogador que remata ao lado ou dá pontapés na "atmosfera". Professores, jovens ou adultos, ouçam e meditem. Talvez se revejam nestas simples mas contundentes e revoltadas palavras. / CP
SPE/FENPROF: o Ensino Português no Estrangeiro é digno e merece ser tratado com dignidade!
"Os alunos de português no estrangeiro vão pagar uma propina de cem euros. O preço destas propinas é contestado por pais, professores, sindicatos e partidos da oposição" / RTP, 13/03/2013
Reportagem da RTP com declarações do Secretário Geral do SPE 13/03/2013, 20h58, novo
Reportagem
Os estudantes de português no estrangeiro vão pagar uma propina de 100 euros. A medida pode levar milhares de crianças a abandonar a escola portuguesa.
Ver aqui reportagem da RTP (13/03/2013, 10h28)
O que se temia aconteceu: aí estão as propinas no Ensino Português no Estrangeiro!
O que se temia aconteceu! A implementação da taxa de frequência será uma realidade (triste) a partir desta terça-feira, dia 12 de março de 2013. Fomos ao encontro da Direção do SPE/FENPROF para uma primeira reação: "Tememos pela manutenção dos cursos de Língua e Cultura Portuguesas, tememos pelo encerramento de cursos e tememos pela redução dos postos de trabalho dos professores!."
Por que razão os cortes nos salários e nas pensões atingem em 2013 níveis confiscatórios e chocantes?
Economista e investigador Eugénio Rosa explica
Segundo o próprio governo (Relatório OE-2013), as medidas a nível de IRS (alteração dos escalões e aumento das taxas da Tabela de IRS, sobretaxa de IRS, Taxa adicional de solidariedade) determinam um corte nos rendimentos dos portugueses estimado em 2.810 milhões €; e a Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES) que atinge apenas os pensionistas, causou uma redução das pensões em 421 milhões €, a que se junta 90% do subsidio de férias.


