Governo anunciou fim da participação democrática nas escolas: Declaração do Secretariado Nacional da FENPROF
O modelo anunciado aponta para uma concentração de poderes num órgão unipessoal, contrariando uma cultura de colegialidade e participação democrática de todos os que se envolvem no quotidiano escolar
"Novas Oportunidades": Governo não deve ceder à tentação das estatísticas nem ao facilitismo na certificação
Reconhece a FENPROF que, num quadro internacional de desenvolvimento e qualificação das sociedades, Portugal deve mobilizar os recursos e accionar os mecanismos necessários para pôr em prática os modelos de reconhecimento de competências adquiridas por vias não formais e informais. Deve fazê-lo, contudo, não cedendo à tentação das estatísticas e do facilitismo na certificação pelo que importa alertar para alguns aspectos que consideramos fundamentais.
10 de Dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos
O capital esteve de acordo com a redução das pensões e a banca "promete" pensão completa...
O Banco Espírito Santo lançou um anúncio e tem enviado correspondência aos seus clientes, alertando-os da situação quanto às pensões, prevendo que as mesmas poderão vir a ser entre
Educação Especial: FENPROF recebida pela Comissão de Educação, Ciência e Cultura da AR
Em foco estiveram matérias como a selecção e recrutamento de docentes para esta área de trabalho, em que o Governo/ME subverteu as próprias normas que criou (Decreto-Lei nº 20/2006); a desregulação dos horários dos docentes de educação especial (cargas horárias excessivas e subversão dos seus conteúdos funcionais); a falta de auxiliares de acção educativa nas escolas/agrupamentos para acompanhamento e apoio a alunos com necessidades educativas especiais; e o "esquecimento" pelo ME dos docentes de educação especial, no processo de regulamentação da avaliação de desempenho (ao não criar qualquer instrumento para avaliação destes docentes).
Portugal subiu para o quarto lugar do desemprego europeu
As políticas do Governo PS/Sócrates têm contribuído para aprofundar a grave situação económica e social do País, ao submeterem a política económica ao controlo do défice das contas públicas e aos interesses liberalizantes e especulativos do grande capital, não promovendo o investimento público, cortando nas despesas sociais e nos serviços públicos, deixando milhares de trabalhadores e camadas desfavorecidas da população cada vez mais desprotegidos ao mesmo tempo que os lucros das grandes empresas crescem sem que sejam criados empregos suficientes para conter o aumento do desemprego.
Conheça os seus direitos!
O direito à Greve está consagrado na Constituição da República Portuguesa (Artigo 57.º) e traduz-se como uma garantia, competindo ao trabalhador a definição do âmbito de interesses a defender através do recurso à Greve. Mais se acrescenta na Constituição da República: a lei não pode limitar este direito! Por vezes, procurando condicionar o direito à Greve, alguns serviços e/ou dirigentes da administração educativa informam incorrectamente os educadores e professores sobre os procedimentos a adoptar em dia de Greve. Para que não restem dúvidas sobre a forma de aderir à Greve e as suas consequências, respondemos a algumas das perguntas que mais frequentemente surgem.
Vínculos, carreiras e remunerações na Administração Pública
As razões dos professores para aderirem à greve de dia 30
Aderindo à greve, os docentes e investigadores portugueses manifestarão o seu veemente protesto contra mais uma anunciada desvalorização salarial (a actualização de 2.1%, em 2008, sendo inferior à inflação reduzirá, ainda mais, o salário real, após as sucessivas reduções decorrentes de "aumentos" zero ou residuais e de 2,5 anos de congelamento de carreiras) e contra a degradação das pensões de aposentação, a imposição da mobilidade especial e a negação das mais elementares regras de negociação.
Violência e indisciplina nas escolas: uma realidade a que urge dar resposta
Trabalhadores são cada vez mais explorados
Plataforma Sindical dos Professores continua à espera da reunião com Primeiro Ministro
Mário Nogueira representou a FENPROF na conferência de imprensa da Plataforma Sindical dos Professores (21/11/2007, Lisboa)
Dia Nacional de Luto dos Professores e Educadores portugueses
"Os Sindicatos de Professores anunciam, desde já, que essa data será uma oportunidade para, em conjunto, mais do que a assinalarem, reforçarem a sua exigência de substituição deste ECD por outro que dignifique e valorize a profissão docente" (Plataforma Sindical)
CGTP-IN alerta: desemprego aumentou no 3º trimestre de 2007
Sindicatos de Professores na Greve Geral da Administração Pública de 30 de Novembro
ME repete colocação de docentes sem habilitação na Educação Especial
Fórum sobre emprego docente
A FENPROF pretende que esta iniciativa tenha uma elevada projecção, contribuindo para colocar no plano da discussão pública opções e alternativas que, assumindo saltos qualitativos no funcionamento das escolas e, de uma forma geral, do sistema educativo, permita questionar o alegado fatalismo do desemprego docente de enormes proporções que o país apresenta.
Intransponíveis dificuldades de calendário apresentadas por alguns dos intervenientes convidados para o Fórum, obrigam ao seu adiamento de dia 23 de Novembro para nova data a anunciar oportunamente.
Comissão de Acompanhamento de Aplicação do Regime de Protecção no Desemprego nunca reuniu apesar de estar há muitos meses constituída
Especialista diz que professores são dos profissionais com maiores índices de stress e exposição ao risco


