Comunidade educativa anuncia Marcha Nacional pela Qualidade da Educação e em Defesa da Escola Pública
Professores, estudantes, trabalhadores não docentes das escolas (desde assistentes operacionais a psicólogos, inspectores de ensino e educação) anunciam a realização de uma MARCHA NACIONAL PELA QUALIDADE DA EDUCAÇÃO E EM DEFESA DA ESCOLA PÚBLICA, que terá lugar em 2 de Abril, sábado, em Lisboa, data em que se assinalam os 35 anos sobre a aprovação da primeira Constituição da República Portuguesa do pós 25 de Abril. Esta Marcha e a jornada dos professores em 12 de Março ("Vamos voltar a encher o Campo Pequeno!") foram divulgadas em conferência de imprensa, realizada na manhã de 10 de Fevereiro (foto), em que a FENPROF esteve representada pelo seu Secretário Geral, Mário Nogueira..
"O que mudar na Escola Pública?"
FENPROF pediu reunião ao Ministro das Finanças
Situações ilegais criadas pelo M.E. apresentadas na Provedoria de Justiça
A Plataforma de Sindicatos de Professores reuniu no passado dia 9 de Fevereiro, na Provedoria de Justiça, em Lisboa.
A Plataforma pretende criar condições para repor a legalidade em aspectos que, apesar dos sucessivos contactos estabelecidos com o Ministério da Educação, nunca este se mostrou disponível para alterar as suas orientações e práticas.
Actualização em 11 Fevereiro: Disponibilizados em anexo os documentos entregues no Provedor de Justiça, em audiência com as organizações da Plataforma
Encontro Nacional de Trabalhadores da Administração Pública
FENPROF no protesto de EVT como em todos os protestos contra a destruição da escola pública e da qualidade educativa
Centenas de professores de EVT, oriundos de diferentes regiões do país, estiveram esta tarde em São Bento, onde também se deslocou a Ministra da Educação, Isabel Alçada, para uma audição na Comissão parlamentar de Educação e Ciência. Os professores de EVT decidiram deslocar-se ao Parlamento para protestarem contra a eliminação do par pedagógico na disciplina e a FENPROF, apoiando o protesto, não só organizou transportes para que se deslocassem, como esteve presente na acção. “Um por todos, todos por dois”, foi uma das palavras de ordem gritadas ao fundo das escadarias da Assembleia da República.
FENPROF apoia protesto nacional dos professores de E.V.T.
A FENPROF rejeita as alterações curriculares impostas pelo ME através do Decreto-Lei n.º 18/2011, de 1 de Fevereiro, pois não resultam de qualquer avaliação feita a esse propósito, contrariam pareceres e posições tornadas públicas (do CNE, da FENPROF, dos pais, das escolas…) e pretendem, apenas, eliminar horários de trabalho e, assim, extinguir milhares de postos de trabalho.Principais afectados com estas alterações são os professores de EVT, razão por que a FENPROF se associa ao protesto a realizar esta terça-feira, dia 8, em Lisboa, pela respectiva associação (APEVT), garantindo a saída de um autocarro de várias localidades do país.
Imagens da iniciativa
Excerto das declarações do Secretário Geral da FENPROF (vídeo)
Os passos que se seguem à reclamação
Dar estabilidade às escolas e aos professores, exigir ao M.E.que honre a palavra
Envolvendo dezenas de dirigentes sindicais e outros professores e educadores, nomeadamente contratados, decorreu no passado dia 3 de Fevereiro a iniciativa da FENPROF junto ao Ministério da Educação, na Av. 5 de Outubro, em Lisboa, que teve como principal objectivo fazer chegar a Isabel Alçada a exigência de realização de concursos de colocação de docentes (mobilidade e ingresso em quadros), em 2011.
PISA: relatório revela reconhecimento do trabalho dos professores pelos seus alunos
Intenção do Governo é despedir milhares de professores, com graves consequências para as escolas e a qualidade do ensino
A FENPROF vai tornar ainda mais visível, junto da opinião pública, a denúncia do grande ataque que o Governo está a desferir contra a Educação e a qualidade do ensino. Ataque que resulta de um Orçamento de Estado, aprovado na Assembleia da República com os votos favoráveis do PS e a abstenção do PSD, que impõe um corte de 803 milhões de euros na Educação. Procurando sensibilizar a opinião pública e, em particular, a comunidade educativa para um ataque que urge parar, a FENPROF, a partir da próxima semana, vai colocar em todo o país faixas e MUPPI’s com a seguinte inscrição: Extinção de mais 30.000 horários ameaça emprego dos professores | Põe em causa a qualidade educativa
Deputados requerem declaração de inconstitucionalidade dos cortes salariais
Vinte e três deputados do Partido Comunista Português (PCP) e do Bloco de Esquerda (BE) requereram ao Tribunal Constitucional a declaração de inconstitucionalidade da redução salarial imposta pela Lei n.º 55-A/2010, de 31 de Dezembro (Lei do Orçamento de Estado para 2011), aprovada pelos votos favoráveis do PS e a abstenção do PSD. É mais uma iniciativa de grande importância que se junta a toda a contestação que os Sindicatos da FENPROF e os professores individualmente têm vindo a fazer. A Federação Nacional dos Professores saúda esta iniciativa parlamentar e divulga o requerimento que os/as deputados/as de BE e PCP subscreveram.
FENPROF denuncia medidas do Governo e solicita intervenção por desrespeito de recomendações internacionais
Tais denúncias centram-se na ausência de negociação de matérias que, para além de obrigatórias, são importantíssimas para os professores e as suas condições de vida e exercício profissional, mas também para o bom funcionamento das escolas e para garantir uma boa qualidade do ensino.
Imagens: Entrega das reclamações
Vídeo: Reportagem RTP1
M.E. reafirma que quer pôr mais de 30 000 professores na rua
Os Sindicatos de Professores receberam do ME a informação de que não decorrerá qualquer processo negocial do despacho que contém as orientações para a organização do próximo ano escolar. No mesmo ofício foram informados de que o projecto de decreto-lei que prevê alterações curriculares já foi aprovado em conselho de ministros, pelo que também não haverá lugar a processo negocial ou, sequer, de participação.
Dezenas de milhar de professores e educadores reclamam em todo o país sobre o roubo no seu salário
Os professores e educadores estão a reclamar em grande número do corte salarial que o governo impôs ao seu salário. Considerando esse corte como um verdadeiro roubo, os docentes estão a aderir em massa à iniciativa de reclamação que a FENPROF lançou, como se provou pelas inúmeras escolas em que, durante a passada terça-feira, os professores se juntaram para reclamarem juntos. Mas o prazo de reclamação não terminou no dia 25, pelo que, nos próximos dias, as minutas divulgadas no site da FENPROF poderão continuar a ser utilizadas pelos professores que ainda não o tenham feito. Na imagem: entrega das reclamações no Agrupamento de Escolas Santa Isabel, Pedrulha, em Coimbra, onde esteve o Secretário Geral da FENPROF, que ali entregou a sua reclamação.
Sem vergonha nem respeito!
A redução de cinco mil docentes ajudou a compensar a derrapagem da despesa com os dois submarinos. (Direcção-Geral do Orçamento)
Este governo perdeu toda a vergonha e o respeito por quem trabalha e é honesto. Provavelmente, a seguir dirá que a redução dos salários dos professores foi um factor que ajudou a compensar a derrapagem da despesa pública provocada pelo pagamento de mais quinhentos milhões ao BPN… não vamos deixar que continuem a usar os professores como moeda de pagamento!
A razão sobrelevará à violência e à irracionalidade!
"À violência que se abateu sobre os trabalhadores que se tinham manifestado, responderam estes sem medo e com determinação, assumindo a atitude democrática que faltou aos agressores. Se dúvidas houvesse sobre o que efectivamente se passou, os registos vídeos e fotográficos existentes são esclarecedores.Voltaremos à rua porque continuaremos na luta, certos de que a razão sobrelevará à violência e à irracionalidade" (Mário Nogueira, Secretário Geral da FENPROF)
M.E. quer falsas declarações dos professores para obter financiamentos comunitários (POPH)
Muitos directores e docentes temem, e bem, que de uma eventual inspecção à escola resultem problemas que, a não existir uma orientação escrita do Ministério da Educação, lhes venham a criar problemas disciplinares e jurídicos, estando a exigir precisamente que se passe da ordem verbal para a escrita o que ainda não aconteceu.


