Processo de avaliação de desempenho no EPE
Segundo informação recebida, os professores a trabalhar no EPE terão, obrigatoriamente, de entregar o Relatório de Auto-Avaliação nas respectivas Coordenações até ao próximo dia 10 de Maio, impreterivelmente.
"Velhas novidades"
"Há quem sacrifique parte do seu descanso e da vida familiar para melhor poder assegurar a defesa dos interesses daqueles que, nos locais de trabalho, os elegeram. E há quem o faça, por decisão dos seus pares, a tempo inteiro. A lei, aliás, reconhece esse direito e por isso o consagra."
Procedimento concursal 2010/2011 para o EPE
Obrigatoriedade de preenchimento da candidatura até dia 27 de Abril, conforme o previsto.
Concurso de Professores do EPE
Após reunião realizada na manhã de 26 de Abril com a Senhora Presidente do Instituto Camões,IP, foi informado o SPE que os professores interessados no procedimento concursal devem efectuar a candidatura no aplicativo informático (O Secretário-Geral do SPE).
Mãos à obra!
26 horas de trabalho em dois dias de Congresso. Dos mais de 800 delegados e delegadas, 59% eram mulheres, 13,9% eram delegados e delegadas sindicais, 36,6% dirigentes dos vários sindicatos e 50,5% sem cargo sindical foram eleitos/as pelos seus núcleos sindicais de base. Aprovado um Plano de Acção que orientará a acção dos professores e educadores e a intervenção e organização da FENPROF nos próximos três anos. Neste, ficam três orientações estratégicas centrais: valorizar a escola pública, construir o sucesso educativo e organizar a luta, agindo no quadro da especificidade da profissão, mas integrando, cada vez mais a acção no âmbito mais geral dos trabalhadores, designadamente no quadro da Frente Comum e da CGTP-IN.
"Vamos daqui mais fortes!"
"Como prioridades imediatas, manteremos o combate em curso contra a avaliação nos concursos. E, sobre isso, reafirmo o que aqui dissemos: não serão actos de mesquinhez política de um Primeiro-Ministro que teima em castigar os professores que os fará desistir das causas e das lutas que consideram justas e necessárias".(...)
"Queremos e exigimos ter como interlocutor um Ministério da Educação e não uma Secretaria de Estado dependente da Presidência do Conselho de Ministros. Sabemos que o ME integra o Governo, mas não aceitamos que cada decisão do ME, para ser tomada, dependa de um telefonema para o Gabinete do PM. Se assim for, então que o PM assuma as suas responsabilidades e negoceie directamente connosco. Se não o faz, e não tem de o fazer, teve de reconhecer competência política à equipa do Ministério da Educação" (Mário Nogueira, intervenção de encerramento).
10º Congresso da FENPROF decide acção e luta!
Delegados aprovam um conjunto de iniciativas, acções e lutas, num ambiente de unidade e confiança. Resolução dedicada à acção reivindicativa contempla actividades no campo específico da situação dos docentes e das escolas e também no âmbito das acções da Administração Pública. Os momentos finais do 10º Congresso da FENPROF foram assinalados pela aprovação de várias moções. Dirigiram-se ao Congresso Mário David Soares e João Cunha Serra. Foram apresentados os membros do Conselho Nacional e do Secretariado Nacional. Manuel Carvalho da Silva dirigiu uma saudação ao 10º Congresso e ao "grande colectivo" que é a FENPROF. O dirigente da CGTP-IN analisou a situação do país, alertou para as consequências do PEC, colocou também a importância e os desafios de uma Escola de qualidade e sublinhou que a "luta dos professores é exemplar". A intervenção de encerramento do 10º Congresso coube a Mário Nogueira (21h00). / JPO
Conselho Nacional da FENPROF ratifica nomes indicados para o Secretariado Nacional
Nos termos dos Estatutos da FENPROF, na primeira reunião do Conselho Nacional, os nomes indicados pelos Sindicatos para fazer parte do Secretariado Nacional têm de se sujeitar, em lista, à ratificação por aquele órgão. Assim, hoje, ao princípio da tarde os 24 nomes escolhidos pelos sindicatos da Federação, foram votados, tendo a única lista de unidade para o SN obtido 96% dos votos, num universo de 75 conselheiros nacionais.
Estatutos da Federação Nacional dos Professores (FENPROF)
Concursos 2010/2011: submissão de candidatura
ME citado pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra
Na acção sindical, só contam as saudades do futuro
Depois de uma intervenção inicial do grupo coral "Cantares de Évora", da projecção de um videograma sobre as acções de luta dos professores, de Samuel interpretar ao vivo (pela primeira vez) o hino da FENPROF e da evocação de seis dirigentes entretanto desaparecidos – Adriano Teixeira de Sousa, José Costa, Nuno Rilo, António Costa Carvalho, José Paulo Serralheiro e Rogério Fernandes –, o Secretário-Geral evocou o final do congresso anterior para recordar que a Federação honrou os compromissos aí assumidos e que, “três anos passados, categoria há só uma – professor e mais nenhuma”.
"Sindicalismo docente em tempo de globalização"
Cruzar olhares sobre as estratégias nacionais e regionais de resistência e combate à globalização neoliberal
"A actividade sindical internacional assume uma importância crescente. Os espaços regionais, continentais e mundiais são, eles mesmos e cada vez mais, espaços de reflexão, de decisão e de luta, tendo em conta a proliferação de políticas que assumem de forma crescente um cariz supranacional. A FENPROF procura participar e procurará melhorar a sua intervenção nos diversos níveis em que está envolvida".
As palavras são de Mário Nogueira e foram ouvidas no dia 22, na Conferência Internacional Sindical realizada por iniciativa da FENPROF, no salão na Biblioteca Municipal de Montemor-o-Novo.
10.º Congresso e Conferência Internacional Sindical
A FENPROF não descura a frente de trabalho internacional, seja no âmbito da sua relação com os países do espaço europeu e da IE seja no quadro de um espaço que ganha cada vez mais importância – a América Latina e os PALOP.
"O sindicalismo docente em tempo de globalização"
Escolhemos o tema do sindicalismo docente abordado neste contexto global por ser óbvio que, nos tempos que correm, a acção sindical deve e tem de ser articulada e pensada, em muitos domínios, de forma supranacional, independentemente das respostas que, em cada país e de acordo com a sua realidade e as suas especificidades, os trabalhadores e as suas organizações representativas serão obrigados a dar.


