Entrevista de Nuno Crato à revista brasileira "Veja"

Entrevista do ministro da Educação foi uma “tentativa de manipulação da opinião pública contra os professores”
O Secretário-Geral da FENPROF, numa reacção a uma entrevista de Nuno Crato à TVI24, considera que a requisição civil de professores é “uma ilegalidade”, insistindo que “não é permitida por lei”. “É uma impossibilidade legal e penso que o ministro Nuno Crato não está acima da lei”, acrescenta Mário Nogueira em declarações à Antena 1. Para Mário Nogueira a entrevista do ministro da Educação foi uma “tentativa de manipulação da opinião pública contra os professores” que trouxe “mais achas para a fogueira” na luta dos docentes.

Campanha reafirma direito à água e combate à privatização

FENPROF conclui circuito nacional da campanha em defesa da escola pública e reuniu no MEC
Esta quinta-feira, dia 6 de junho, é um dia muito importante para os Professores, a Educação e a Escola Pública, tendo em conta, por um lado, a realização de uma reunião no MEC sobre a eventual aplicação da mobilidade especial aos professores e, por outro, o encerramento da Campanha Nacional em defesa da Escola Pública.
Secretário Geral da FENPROF comenta declarações do Ministro da Educação

MEC continua a agir contra os professores em desrespeito das leis
- MEC BATE RECORD DE CONDENAÇÕES: 200 SENTENÇAS OBRIGAM A PAGAR COMPENSAÇÃO POR CADUCIDADE
- TRIBUNAL CONSTITUCIONAL REITERA ACÓRDÃO QUE MANDA PAGAR PELO ÍNDICE 272 A DOCENTES IMPEDIDOS DE SAIR DO 245

A luta dos professores aposentados é a de todos os professores e demais trabalhadores!
Professores aposentados recusam pagar incumprimento dos governos, denunciam as suas mentiras e estão contra a destruição dos sistemas de segurança social públicos

Mais organizações internacionais apoiam luta dos professores portugueses
Aumenta o número de apoios de organizações e a pressão internacional sobre o governo português para que recue na sua pretensão de tomar medidas que levarão a uma cada vez maior precariedade de emprego, ao desemprego e à mobilidade especial de milhares de professores e educadores, ao aumento do horário de trabalho e à redução dos seus vencimentos.

A forma como o ano letivo terminará será sempre responsabilidade do governo
O governo tem de abandonar propostas gravíssimas para o futuro das escolas e dos seus profissionais
O governo parece ter finalmente acordado para os problemas que está a agravar na Educação, revelando preocupação com as lutas que os professores irão desenvolver, mas sem assumir compromissos claros em relação ao que está disposto a fazer para que se resolvam os problemas que levaram à convocação dessas lutas num quadro de grande unidade e convergência entre as organizações sindicais de docentes.

Greve Geral no dia 27 de junho
O Conselho Nacional da CGTP-IN, reunido extraordinariamente no dia 31 de maio (sexta-feira), decidiu convocar uma Greve Geral para o dia 27 de junho de 2013, para que todos os trabalhadores do setor privado, da administração pública e empresarial do Estado afirmem, em uníssono, que BASTA DE EXPLORAÇÃO E EMPOBRECIMENTO! GOVERNO RUA! Por uma mudança de política, por uma mudança de Governo, por eleições antecipadas, por um Portugal com futuro.
Fátima Messias (CIMH/CGTP-IN) presente na reunião do Secretariado Nacional
A 6ª Conferência Nacional da Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens da CGTP-IN, já na sua preparação, lança o desafio de ser escolhido um local de trabalho onde preferencialmente haja organização sindical, no qual se possa fazer, ao longo de um período que eventualmente irá até 8 de Março de 2014, avalie a intervenção sindical, designadamente ao nível das mulheres. Um trabalho que abrange sector público, privado e empresarial do Estado.
Sindicatos de Professores reuniram com parceiros educativos e grupos parlamentares
Os Sindicatos de Professores que, em convergência, convocaram um conjunto de lutas para o próximo mês de junho, reuniram com CONFAP, ANDAEP e grupos parlamentares de PCP. PS e BE. Das reuniões já realizadas resulta uma grande convergência de posições relativamente aos gravíssimos problemas que se abatem sobre a Educação e, em particular, a Escola Pública, situação que tende a agravar-se com as medidas que já começam a ser conhecidas e deverão juntar-se a outras que o governo pretende incluir na proposta de Orçamento Retificativo para 2013.
Professores contra o regime de mobilidade especial, o aumento do horário de trabalho e o desemprego
O Secretariado Nacional declara absoluta rejeição da mobilidade especial e teceu duras críticas, também, em relação ao aumento do horário de trabalho, pretendido pelo executivo, de 35 para 40 horas semanais. Foi dada informação quanto ao processo de luta agendado e em preparação pelos professores. Presentes na conferência de imprensa (foto) da passada sexta-feira, 31 de maio, Mário Nogueira, Secretário Geral; António Avelãs (SPGL), Manuela Mendonça (SPN), Anabela Sotaia (SPRC), Ana Simões (SPZS), Sofia Canha (SPM) e António Lucas (SPRA).
Parecer da FENPROF sobre o regime de mobilidade especial e mobilidade interna proposto pelo MEC
Sindicatos de Professores iniciam reuniões com comunidade educativa e grupos parlamentares
Atualizado a 28/05/2013
