Sobre o desconto nos vencimentos dos docentes que aderirem à greve convocada com incidência no serviço de avaliações
Greve Geral de 27 de junho: Pré-Aviso entregue pela FENPROF
Professores, educadores e investigadores juntam-se à luta de todos os trabalhadores, de todos os setores!
Circuito da delegação da CGTP-IN, com o Secretário Geral, Arménio Carlos, às 11H30 , na ESCOLA BÁSICA DOS 2.º E 3.º CICLOS DA MARQUESA DE ALORNA (junto à Mesquita) - Rua Dr. Júlio Dantas, Lisboa

Greve às avaliações prossegue hoje com adesão a manter os níveis elevados
CALOROSA SAUDAÇÃO DA FENPROF AOS PROFESSORES QUE, A 19 DE JUNHO, ESTÃO NO SEU OITAVO DIA DE GREVE ÀS AVALIAÇÕES
Os professores estão em greve ao serviço de avaliações a até ontem mantiveram o elevadíssimo nível de adesão que se verifica desde o dia 7, com 95% das reuniões não realizadas. Pelas informações que, ao longo da manhã, começaram a chegar à FENPROF, o nível de adesão a esta greve mantém se na ordem do verificado nos dias anteriores, o que reforça toda a luta que teve expressões igualmente elevadíssimas nos dias 15 e 17, com a forte participação dos docentes, respetivamente, na Manifestação Nacional e na Greve Geral dos Professores.
Haverá nova reunião no MEC, mas só no dia 24 de junho
FENPROF entregou pré-aviso da Greve Geral de 27 de junho | Ver Pré-Aviso da Greve Geral - 27 de junho
Fortíssima greve num momento crucial!
Intervindo em nome das organizações sindicais dos professores, Mário Nogueira destacou em Lisboa que 17 de junho de 2013 fica para a História como uma das mais fortes e expressivas greves dos docentes até hoje realizadas em Portugal. O dirigente sindical falava na conferência de imprensa (foto) que fez o balanço deste dia de protesto e luta, com expressão em todo o país. De acordo com o apuramento feito pelas organizações sindicais, esta greve geral de professores registou uma adesão de 90 por cento. /JPO
Ver dados por região:
Grande Lisboa | Norte | Centro | Sul | RA Madeira

Auscultação aos Professores
Tal como foi anunciado na manifestação de 15 de junho, as organizações sindicais estão a proceder à auscultação dos professores e educadores sobre o prosseguimento da luta. Aqui podes descarregar o questionário, imprimi-lo e entrega-lo ao delegado sindical da tua escola ou em qualquer sede ou delegação do teu Sindicato.
Professores unidos jamais serão vencidos!
Por um dia, a luta firme e corajosa dos professores – tema central da atualidade nacional – saíu das escolas e foi para a rua, numa gigantesca afirmação de resistência e indignação. Largos milhares desceram a Avenida e garantiram: a luta segue dentro de horas com uma grande greve já nesta segunda-feira, dia 17. / JPO

Professores firmes na luta
De forma responsável, os Sindicatos continuam a apostar no diálogo e na negociação. O desejável, explicou Mário Nogueira ao fim da tarde (13/06/2013/ foto Paulo Machado), “é que os problemas sejam resolvidos, mas se não houver resposta do MEC as organizações aqui presentes decidiram continuar as greves às avaliações nos dias 18, 19, 20 e 21 da próxima semana”. Até lá, a determinação dos professores será reafirmada amanhã com o quinto dia de greve, com a grande manifestação em Lisboa no sábado (concentração no Marquês de Pombal, às 15h00) e depois com a greve nacional no dia 17, segunda-feira. Esta sexta-feira, dia 14, os sindicatos vão pedir a reabertura das negociações sobre mobilidade geográfica e mobilidade especial, através do exercício do direito à negociação suplementar. / JPO
Vídeo: declarações de Mário Nogueira à comunicação social (13/06/2013)

REFORÇAR A LUTA!
A UMA CONVOCATÓRIA GERAL OS PROFESSORES
RESPONDEM COM GREVE TOTAL!
Pelo facto de não terem sido decretados serviços mínimos
não há qualquer restrição à adesão à Greve.
OS PROFESSORES PODEM, DEVEM FAZER GREVE… É UM IMPERATIVO PARA AS SUAS JUSTAS EXIGÊNCIAS

Greve é a única resposta à convocação geral dos professores
“Temos um governo que gostava de viver num país sem leis”, sublinhou Mário Nogueira na conferência de imprensa realizada ao fim da tarde, em Lisboa, num intervalo da reunião dos Sindicatos da FENPROF. Este encontro com a comunicação social teve dois objetivos centrais: fazer o balanço de três dias de greve ao serviço de avaliações e manifestar a posição da FENPROF face à “tentativa absolutamente inaceitável de pressionar os professores”, nesta fase da sua luta firme e determinada. / JPO e LL Atualizado às 23h00, 12/06/2013
Vídeo da conferência de imprensa da FENPROF
com declarações do Secretário Geral, Mário Nogueira

Não há serviços mínimos a cumprir no dia 17!
“NÃO SE ESTÁ PERANTE A VIOLAÇÃO DE UMA NECESSIDADE SOCIAL IMPRETERÍVEL” (in, Decisão do Acórdão, do Colégio Arbitral)
Num dia em que a greve dos professores ao serviço de avaliações voltou a ter uma extraordinária expressão (cerca de 98% das reuniões não se realizaram), foi conhecida a decisão do Colégio Arbitral que refere que “pese embora coincidente com o 1.º dia de exames finais nacionais do ensino secundário, não afeta de modo grave e irremediável o direito ao ensino na sua vertente de realização dos exames finais nacionais, não se estando por isso perante a violação de uma necessidade social impreterível”. Por essa razão foi decido, pelo Colégio Arbitral, “não fixar serviços mínimos para a greve agendada para 17 de junho de 2013”.
Mário Nogueira sobre a decisão do MEC de recorrer da decisão do Colégio Arbitral (RTP NFORMAÇÃO – 11.06.2013 - 24H00)
"O Ministro da Educação vai recorrer da decisão do Colégio Arbitral que não decretou serviços mínimos para a greve dos professores da próxima segunda-feira. Entrevista a Mário Nogueira, Sec. Geral da FENPROF"

11/06: greve às avaliações mantém adesão quase total
A FENPROF está em condições de garantir que a greve às avaliações, no seu primeiro dia (7 de junho) atingiu os 97,5% de reuniões não realizadas. Pelos dados já recolhidos ao longo da manhã, a FENPROF está em condições de afirmar que o nível de adesão se mantém, podendo mesmo ter aumentado ligeiramente.

Greve ao serviço de avaliações adiou quase todas as reuniões previstas
PRIMEIRO DIA DE GREVE FOI FORTÍSSIMO E DEVERÁ OBRIGAR GOVERNO E MAIORIA A OUVIREM REIVINDICAÇÕES DOS PROFESSORES
O primeiro dia da greve dos professores ao serviço de avaliações foi um êxito e demonstra com enorme clareza que os professores estão contra as atuais políticas educativas e as medidas que o governo e maioria parlamentar pretendem impor também na Educação. Em nota divulgada pelo seu Secretariado Nacional, a FENPROF exorta os professores a manterem este nível elevadíssimo de adesão à luta nos dias que agora se seguem (11, 12, 13 e 14), pois só através de uma forte luta, como a que hoje se iniciou, será possível obrigar o governo e a maioria parlamentar que o apoia a alterarem as medidas que pretendem impor.
ALGUNS DADOS DA ADESÃO AO PRIMEIRO DIA DE GREVE AO SERVIÇO DE AVALIAÇÕES
Aprovação de proposta de lei pelo Governo desrespeita procedimentos negociais e abre nova frente de luta
É a Assembleia da República o órgão de soberania competente para aprovar a lei que, eventualmente, aumenta o horário de trabalho na Administração Pública para as 40 horas ou introduz as novas regras sobre mobilidade especial. Por essa razão, ainda que o governo tenha aprovado a proposta de Lei que apresentará à Assembleia da República, até esta se encontrar aprovada em definitivo há um tempo muito importante de ação e de luta que deverá ser devidamente aproveitado pelos professores com o objetivo de fazer valer as suas razões relativamente à aprovação de medidas extremamente gravosas para os trabalhadores da Administração Pública e com impacto muito negativo para a vida das escolas e o desempenho profissional dos docentes.