Listas divulgadas não disfarçam o problema do desemprego docente...
... e não respondem às necessidades permanentes das escolas
O crónico atraso na saída das listas de colocação de docentes por Contratação Inicial e Mobilidade Interna é um dos muitos problemas que terão de ser solucionados no âmbito do regime de concursos que começará a ser revisto em outubro próximo, através de um processo de negociação sindical no qual a FENPROF e os professores se irão envolver em breve.
Na sequência da intervenção da FENPROF, a nota informativa emitida a 30 de agosto, pelo ME (ver aqui) estabelece que os professores a aguardar mobilidade por doença podem fazê-lo na escola em que foram colocados em 2015/2016 (ponto 8).
FENPROF divulga minutas destinadas a requerer a regularização de situações de carreira
Nas duas reuniões realizadas com responsáveis do ME a FENPROF referiu situações ilegais ao nível da sua carreira dos educadores e professores, para as quais há mesmo, em alguns casos, pronunciamentos da Provedoria de Justiça no sentido da sua regularização. Perante a inação do governo, os professores terão de passar à ação.
- Minuta, pela publicação da portaria das vagas (acesso ao 5.º e 7.º escalões
Projeto do Governo prevê a revisão do regime de concursos e de contratação
FENPROF foi convocada para reunião a realizar no próximo dia 22 de janeiro (sexta-feira), pelas 16h30m, nas instalações do Ministério da Educação, na Av. 5 de Outubro, em Lisboa, tendo como ordem de trabalhos a alteração do regime de recrutamento e mobilidade do pessoal docente dos ensinos básico e secundário e de formadores e técnicos especializados
MEC de Nuno Crato cada vez mais isolado com a sua prova: a iníqua PACC
Numa posição absolutamente arrasadora contra a PACC, o Conselho Científico do Instituto da Avaliação Educativa (organismo responsável pela coordenação da aplicação da PACC) coincide em todas as críticas que os professores e a FENPROF têm dirigido contra o que a Federação classificou a iníqua Prova que nada prova (ilustração: Tiago Madeira)
A quem, afinal, o MEC já pagou as AEC? Será que (não) pagou?
A saga da colocação de Professores
"Este ano, o processo já começou muito atrasado e com os erros, irregularidades e ilegalidades cometidas pelo MEC, os problemas arrastar-se-ão, no mínimo, até meados de outubro. As primeiras colocações de professores que deveriam apresentar-se nas escolas em 1 de setembro (Mobilidade interna e contratação inicial) teve lugar no dia 9. A partir daí foram atrasos sobre atrasos e erros sobre erros." Mário Nogueira, Secretário Geral da FENPROF
MEC compromete-se a resolver os erros de colocação mas recusa reconhecer as graves ilegalidades das “BCE”
Plataforma Sindical irá requerer anulação das “BCE” em tribunal e deslocar-se esta quinta-feira (dia 18) ao MEC (11 horas) para exigir eliminação dos efeitos da “PACC” e anulação das “BCE”
Devolução do montante das inscrições nas provas específicas da PACC
O IAVE disponibilizou um formulário para a devolução dos montantes correspondentes às inscrições nas provas específicas, às quais o MEC também pretendia sujeitar os professores, no âmbito da iníqua PACC que concebeu. Segundo informação, só até dia 22 de setembro...
FENPROF exige reunião com ministro e avança com ações que visam eliminar ilegalidades cometidas
Os números divulgados pelo MEC, junto da comunicação social, relativos às colocações de professores realizadas em 9 de setembro, confirmam tudo o que a FENPROF afirmou depois de ter feito uma contagem manual que não se afasta dos resultados oficialmente divulgados. A Federação continua a recolher informação sobre os erros detetados, admitindo, caso se confirme a dimensão que esta situação parece ter, vir a exigir a recolha destas listas e a substituição por outras corretamente elaboradas.
Listas de colocação tardias excluem, ilegalmente, milhares de docentes e confirmam que MEC continua a destruir milhares de postos de trabalho
Tardiamente, com erros e excluindo ilegalmente milhares de professores, saíram as listas que, em cima da data de se iniciarem as aulas, colocam 7.673 professores, um número que não é residual para colocações realizadas já em pleno mês de setembro.
FENPROF reune hoje, 5 de setembro, às 14H00, com a DGAE
COLOCAÇÃO DE PROFESSORES: NOVAS CONFUSÕES E ATRASOS RELEVAM IRRESPONSABILIDADE, INCOMPETÊNCIA E DESRESPEITO
Face aos inúmeros problemas existentes com a candidatura à bolsa de contratação de escola em curso e perante a existência de várias situações do próprio concurso, cujas têm suscitado muitas dúvidas formuladas pelos professores (até de ordem legal), a FENPROF solicitou, com caráter de urgência, uma reunião à DGAE.
FENPROF insiste na necessidade da IGEC averiguar as condições em que decorreu a componente comum da PACC
MEC discriminou grosseiramente docentes grávidas no dia da PACC
Apesar de suspensa pelos tribunais, a malfadada prova de avaliação de conhecimentos e capacidades (PACC), forçada a todo o custo pelo MEC no final de 2013, continua a dar que falar pelos piores motivos...
Educação reprova a "PACC"
A FENPROF solicitou a seis reconhecidas personalidades da Educação que, a propósito daquela prova, elaborassem um comentário / declaração. O resultado é inequívoco: a PACC foi reprovada! Face a tão amplo consenso a que acresce a duvidosa legalidade de diversas normas que a enquadram, deveria o MEC eliminar de vez esta espúria prova que, como bem afirmam os nossos convidados, nada prova.
Ana Maria Bettencourt, Presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE) no período 2009 – 2013
Carlos Chagas, Membro do CNE; Presidente da FENEI
David Rodrigues, Presidente da Associação Pró Inclusão
Paulo Sucena, Secretário-geral da FENPROF no período 1995 - 2007
Sérgio Niza, Pedagogo. Presidente do Movimento Escola Moderna
Tribunal do Funchal confirma suspensão da "PACC"
O Tribunal Administrativo e Fiscal do Funchal julgou procedente a providência cautelar que lhe foi apresentada pelo SPM/FENPROF referente ao despacho n.º 14293-A/2013, de 5 de novembro, do Ministro da Educação e Ciência. Assim, na sequência de decisão proferida no passado dia 27 de dezembro, o TAF do Funchal, tal como já decidira o TAF do Porto, determinou a suspensão de eficácia daquele despacho do ministro, ficando, igualmente, o MEC impedido de praticar qualquer ato relativo à realização da “PACC”.


