Ameaças dos colégios confirmam que estes não olham a meios para atingirem os seus fins
Segundo os promotores, os protestos que os colégios estão a desenvolver destinam-se a manter “pressão alta” para, entre outros motivos, “lembrar o governo que não é boa ideia meter-se com as nossas escolas”. A ameaça consta de um power-point que chegou a docentes, funcionários e pais de alunos dos colégios com contrato de associação e destina-se a levá-los a participar nas vigílias que estão a ser promovidas em Belém.
Movimento em defesa da escola pública reuniu com o Presidente da República
Em representação dos mais de 71.000 subscritores da Petição em defesa da Escola Pública e dos promotores da Marcha que, em 18 de junho, juntou 80.000 pessoas em Lisboa, uma delegação integrando elementos de variados setores foi recebida (8/07/2016), em audiência (foto: J. Caria) no Palácio de Belém pelo Presidente da República, Professor Marcelo Rebelo de Sousa. Integraram a delegação: Mário Nogueira e João Cunha Serra (respetivamente, Secretário Geral e Presidente do Conselho Nacional da FENPROF), Helena Roseta (Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa), Ana Benavente (Docente e ex-Secretária de Estado da Educação), Artur Sequeira (Federação de Sindicatos da Função Pública), Diogo Mendes (Presidente da Associação de Estudantes Escola Secundária Lima de Freitas) e Isidoro Roque (Presidente da FERLAP). / JPO
Profundo desrespeito pelos professores e pelas escolas
Volvido que está mais de um mês desde que se encerrou a negociação relativa ao novo Despacho regulador da mobilidade de professores por motivo de doença, continua este por publicar e por abrir o prazo de apresentação dos correspondentes pedidos.
A haver redução de turmas em 2016/17, significará que medidas de fundo impostas pela direita se mantêm...
... o que negaria o discurso de mudança
De acordo com informações que chegam das escolas, há risco de redução de turmas no próximo ano letivo. Se tal acontecer, porém, não resultará do que o atual governo fez, mas do que ainda não fez. É que, no próximo ano letivo, as medidas impostas pelo governo anterior, visando, precisamente, reduzir o número de turmas e, assim, o de professores, serão mantidas. Por exemplo, não houve redução do número de alunos por turma, não foi garantido o fim das turmas do 1.º Ciclo com diversos anos de escolaridade e não se iniciou a desagregação dos mega-agrupamentos. Ora, mantendo-se aquelas medidas, o fator demográfico ditará as regras que o governo anterior já aguardava.
Reunião de movimento em defesa da escola pública com Presidente da República
Em representação dos mais de 71.000 subscritores da Petição em defesa da Escola Pública e dos promotores da Marcha que, em 18 de junho, juntou 80.000 pessoas em Lisboa, uma delegação integrando elementos de variados setores foi recebida esta tarde, em audiência (foto: J. Caria) no Palácio de Belém pelo Presidente da República, Professor Marcelo Rebelo de Sousa. Integraram a delegação: Mário Nogueira e João Cunha Serra (respetivamente, Secretário Geral e Presidente do Conselho Nacional da FENPROF), Helena Roseta (Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa), Ana Benavente (Docente e ex-Secretária de Estado da Educação), Artur Sequeira (Federação de Sindicatos da Função Pública), Diogo Mendes (Presidente da Associação de Estudantes Escola Secundária Lima de Freitas) e Isidoro Roque (Presidente da FERLAP). / JPO
Travar a ofensiva da CE, BCE e FMI contra o povo e o país
A Comissão Europeia (CE), o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Central Europeu (BCE) continuam a não se conformar com o facto do povo português, nas eleições de outubro passado, ter rejeitado a “austeridade”, rechaçado o fim da política de cortes nos salários, pensões e direitos e exigido a mudança de política, refere a CGTP-IN.
- A CGTP-IN reitera que Portugal deve ser ressarcido, e não sancionado, pelos danos causados pelas medidas draconianas impostas pela CE, BCE e FMI.
Vídeo
Em defesa da aposentação aos 36 anos de serviço
No próximo dia 20 de julho, terá lugar na Assembleia da República o debate parlamentar na sequência da petição entregue pela FENPROF em Dezembro o de 2015, a qual foi subscrita por mais de 30 000 docentes, e que reclama a adequação do regime de aposentação às condições e consequências do exercício prolongado da profissão, defendendo que os professores possam aposentar-se aos 36 anos de serviço.
ME informa que problemas deverão estar resolvidos até ao final da semana...
...e compromete-se com reunião para debater o futuro desta importante resposta
A FENPROF reuniu no passado dia 29 de junho, nas instalações da "5 de Outubro", com responsáveis da Secretaria de Estado Adjunta e da Educação para conhecer as diligências que estão a ser feitas pelo ME no sentido de, rapidamente, serem desbloqueadas as verbas decorrentes do concurso extraordinário realizado e que se destinou a reforçar, em quatro milhões de euros, o financiamento das escolas de ensino artístico especializado. Se essas verbas não forem urgentemente desbloqueadas, em causa ficará o pagamento dos salários de julho e agosto, bem como do subsídio de férias devido aos docentes e outros trabalhadores dessas escolas (foto da delegação: J. Caria)
Principal diferença para anos anteriores é a publicação mais cedo...
... de resto, não resolve principais problemas já antes identificados
O calendário escolar para 2016/17 não traz novidades significativas para alunos, professores e escolas. Mantém o ano letivo organizado de acordo com o calendário festivo religioso, ainda que o mesmo não se compagine com os ritmos e tempos de aprendizagem dos alunos. Como tal, o primeiro período terá três meses, o segundo também, mas com pausa intermédia coincidente com o Carnaval, e o terceiro terá, em média, dois meses.
Há que respeitar o voto soberano do povo!
O resultado do referendo no Reino Unido representa uma profunda derrota para os interesses do grande capital britânico, bem como para todos os seus aliados da União Europeia, EUA, FMI e NATO, que tudo fizeram para condicionar a expressão da livre vontade do povo britânico, ingerindo-se descaradamente na campanha.
CCT para o Ensino Particular e Cooperativo e Escolas Profissionais Privadas
No seguimento das propostas enviadas pela FENPROF à Confederação Nacional de Educação e Formação (AEEP+ANESPO), de um novo contrato coletivo de trabalho para o Ensino Particular e Cooperativo e para as Escolas Profissionais Privadas, está agendada para o próximo dia 1 de julho a primeira reunião de negociação com aquela Confederação.
Professores de Matemática querem suspensão dos atuais programas
É urgente encontrar resposta para a situação dramática em que vivem muitos dos desempregados
Mais do que falar no desemprego é preciso encontrar resposta urgente para a situação dramática em que vivem muitos dos desempregados. Em maio de 2016 apenas 43,7% do total de desempregados inscritos nos centros de emprego beneficiaram de prestações de desemprego, quando em maio de 2015 a cobertura era de 50,7%. Isso significa que, em Maio, existiam 301 mil desempregados sem protecção no desemprego.
Orquestras e coros do Ensino Superior em apoio aos refugiados
A solidariedade não tem limites, a música não tem fronteiras
Depois do sucesso do concerto realizado no Centro Cultural de Belém, a Maestrina Joana Carneiro e o Maestro Kodo Yamaguishi dirigem no próximo dia 30 de junho o concerto Música Sem Fronteiras que reúne na Sala Suggia da Casa da Música cerca de 200 artistas.


