O Secretário-geral Francisco Gonçalves afirmou aos jornalistas que há princípios que não podem ser atropelados e o direito constitucional à manifestação é um deles.
Foi por esse motivo que a FENPROF, depois de ouvir os esclarecimentos do senhor secretário de Estado sobre a exclusão de uma organização sindical da segunda reunião de negociação sobre o Tema II da revisão do ECD, declarou que não considerava estarem reunidas as condições para a realização da referida reunião, solicitando que esta seja reagendada para uma data futura.
Francisco Gonçalves recordou, ainda, as propostas que a FENPROF trazia para a mesa negocial e por que irá continuar a bater-se nesta negociação e que foram vertidas para o parecer enviado na semana passada ao Ministério da educação, Ciência e Inovação (MECI). Nos próximos dias, o governo deverá remeter nova proposta às organizações sindicais, que a FENPROF irá analisar e a que irá responder na sequência da reunião do Secretariado Nacional, que se realiza nos dias 5 e 6 de março.


