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FENPROF
10 jul 2014 / 19:26

"Não resta alternativa aos professores que não seja agir e lutar contra as políticas responsáveis por tantos e tão graves problemas!"

Um encontro nacional, subordinado a tema "Pelo direito a ser Professor", já no próximo dia 16, no Fórum Lisboa, às 15h00, e, no arranque do novo ano letivo (setembro ou início de outubro), um grande plenário nacional de professores, sob o lema "Toca a reunir em defesa do ECD", são duas das ações anunciadas pelo Conselho Nacional da FENPROF, que esteve reunido na passada sexta-feira, 11 de julho.

As conclusões da reunião do órgão máximo da Federação entre Congressos foram apresentadas em conferência de imprensa, ao fim da tarde. Presentes: Mário Nogueira, Secretário Geral da FENPROF; João Cunha Serra (SPGL), Presidente do CN; Manuela Mendonça (SPN), Anabela Sotaia (SPRC), Manuel Nobre (SPZS), Margarida Fazendeiro (SPM) e António Lucas (SPRA).

Mário Nogueira fez o balanço da reunião realizada na parte da manhã com o Ministro Nuno Crato, apresentou as principais linhas da resolução aprovada pelo CN e alertou para as consequências das políticas de ataque à escola pública e aos professores, nomeadamente com a municipalização, o encerramento de escolas e a extinção da grelha salarial dos docentes que integra o ECD e consequente transferência para uma grelha salarial geral (TRU – tabela remuneratória única), como acontecia há 25 anos. Chamou ainda a atenção para a situação que se vive no ensino superior e na ciência, com a política de asfixia financeira e a insistência na precariedade laboral.

O Secretário Geral da FENPROF informou que a Procuradoria Geral da República decidiu enviar para duas instâncias (ver ofício do Gabinete da Procuradora)- o Tribunal Central e Administrativo do Sul e o DIAP - o processo "Cambridge", marcado desde o início por um clima de pressões e confusão; e referiu ainda que os conselheiros nacionais da Federação aprovaram por unanimidade uma tomada de posição em solidariedade com os jornalistas e outros trabalhadores da Controlinveste, em luta pelo direito ao trabalho

Como destaca a resolução aprovada pelo CN da FENPROF, "face à situação que se vive, não resta alternativa aos professores que não seja agir e lutar contra as políticas que são responsáveis por tantos e tão graves problemas, pela demissão do governo e a convocação de eleições antecipadas e por uma política alternativa que defenda a Escola Pública, respeite e valorize o trabalho e os trabalhadores, nomeadamente os profissionais docentes, e reforce as funções sociais do Estado, valorizando os serviços públicos que as concretizam".

Nesse quadro de ação e luta,conclui o CN, "torna-se necessário alargar consensos e convergências, informar e mobilizar os docentes e apelar a que, no debate e na ação de rua, deem mais força a essa inevitável e indispensável luta". / JPO 

 

 


 
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Contém 2 ficheiros em anexo:

 DOC110714.pdf
 RESOLUCAO_-_CN_11_JULHO_14.pdf

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