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FENPROF
17 jun 2019 / 17:09

A luta continua pela Profissão Docente e pela Escola

O 13º Congresso Nacional dos Professores aprovou os principais eixos e medidas para o novo mandato dos Corpos Dirigentes da FENPROF (2019-2022). Foram dois dias de intenso trabalho, debate e troca de ideias que culminaram com a aprovação do Programa de Ação e da Resolução sobre a Ação Reivindicativa para 2019-2022.

Um Congresso marcado também por dois momentos culturais que, demonstraram como o ensino das artes, se fosse devidamente valorizado pelos governos, poderia ser realidade, comprovam a qualidade do trabalho desenvolvido nas escolas do País e constituem verdadeiros exemplos de inclusão escolar: a Orquestra Geração, na Sessão de Abertura, e a CiM/VO'ARTE, no Encerramento do Congresso.

Destaque, ainda, para a presença do Secretário-Geral da Internacional da Educação, David Edwards, que interveio na Sessão de Abertura do Congresso, e sublinhar, ainda, a presença de 47 convidados, de 35 organizações de 27 países de todo o mundo, que, no dia 13 de junho, participaram no Seminário Internacional, promovido pela FENPROF, "A Escola Pública exige professores qualificados e reconhecidos" e participaram também nos trabalhos do Congresso.

Arménio Carlos, Secretário-geral da CGTP-IN, falou aos delegados ao Congresso na Sessão de Encerramento, onde recordou a injustiça de os salários dos professores estarem congelados há 10 anos.

Por fim, Mário Nogueira, recém-eleito para um novo mandato, com 97,35% dos votos, encerrou os trabalhos com uma mensagem clara de que os professores não vão baixar os braços e a luta vai continuar nos próximos três anos.

Recorde a Sessão de Abertura e a Sessão de Encerramento do 13º Congresso Nacional dos Professores e veja aqui todas as fotografias.


 
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