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FENPROF
27 abr 2016 / 11:51

Conferência Sindical Internacional - uma grande tribuna solidária!

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Manuela Mendonça, membro do Secretariado Nacional
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Mário Nogueira, Secretário Geral

 Marc Delepouve, SNESUP - FSU (França) 

Paco Garcia, FeCCOO (Espanha) 

 Gertrudes Simon Pineda, SINTECD (Cuba) 

 Anxo Louzao Rodriguez, CIG (Galiza) 

Takaya Danbara, ZENKIO (Japão)

Roberto Leão, CNTE (Brasil)

Madalena Peixoto, CONTEE (Brasil)

Telemaco Figueroa, FENASINPRES (Venezuela)

A anteceder o 12.º Congresso Nacional dos Professores, decorreu no Seminário de Vilar, no Porto, a conferência internacional “Um sindicalismo progressista ao serviço da educação para todos” (foto: J. Caria), com a participação de muitos dos convidados das organizações estrangeiras. Presentes na Mesa deste encontro: Mário Nogueira, João Cunha Serra, Manuela Mendonça  (intervenção de abertura), Henrique Borges e Anabela Sotaia. Abel Macedo moderou a conferência, que registou 23 intervenções de sindicalistas de França, Espanha, Cuba, Galiza, Japão, Brasil, Venezuela, Itália, Turquia, México, República Árabe Sahraui Democrática, Colômbia, Canadá, Dinamarca, Holanda, Sérvia, São Tomé e Príncipe e Cabo Verde. Mário Nogueira encerrou esta conferência internacional, destacando a afirmação solidária do 12º Congresso e comentando os desafios que se colocam à intervenção sindical no novo período político do nosso país. "Estamos a recuperar um clima de diálogo e negociação com o Ministério da Educação", sublinhou o Secretário Geral da FENPROF. 60 convidados, de 39 organizações, de 26 países (da Europa, África, América do Norte, América Central e América Latina e Ásia) estão presentes neste 12º Congresso. / JPO

O 12º Congresso Nacional dos Professores contou com um número significativo de delegações estrangeiras.

60 convidados, de 39 organizações, de 26 países (da Europa, África, América do Norte, América Central e América Latina e Ásia) confirmaram já a sua presença neste congresso. Destas organizações, 5 têm âmbito mundial ou regional: Internacional da Educação (IE), Federação Mundial dos Trabalhadores Científicos, Comité Sindical Europeu de Educação, Comité Permanente do Ensino Superior e Investigação e Confederação dos Educadores Americanos.  

De assinalar, ainda, a presença do Secretário Geral da Internacional de Educação, Fred van Leeuwen, pela primeira vez em Portugal num congresso de docentes e investigadores, que falou na sessão de abertura. Este facto é demonstrativo não apenas da importância que a FENPROF atribui à ação e solidariedade internacionais, mas também das boas relações de cooperação que, desde a sua fundação, há 33 anos, vem mantenho com muitas organizações de todo o mundo.

FENPROF REALIZOU CONFERÊNCIA
SINDICAL INTERNACIONAL

Aproveitando a presença de tantos convidados estrangeiros, e face à impossibilidade de dar a palavra a todos durante o congresso, a FENPROF realizou, na tarde de quinta-feira, 28 de abril, no Seminário de Vilar, uma conferência sindical internacional, que registou mais de duas dezenas de intervenções.

“Um sindicalismo progressista ao serviço da educação para todos”  – foi, nesta edição, o tema escolhido para a conferência internacional, tema que releva o papel dos sindicatos de professores na defesa não apenas dos interesses socioprofissionais dos docentes, mas também do direito a uma educação inclusiva e de qualidade, que só a escola pública pode garantir a todos. 

Como afirmou John Dewey – uma das principais referências da educação progressista na primeira metade do século XX –, os sindicatos dos professores “estiveram na vanguarda de todos os movimentos concebidos para melhorar a educação pública, para introduzir os princípios e ideais de educação progressista nas escolas frequentadas pela maioria das crianças; eles foram o principal instrumento, não só protegendo os professores de abusos individuais, mas também na oposição às tentativas dos políticos de usarem o sistema escolar público em seu benefício”.

É tendo presente esta herança que certamente se equacionarão os grandes desafios com que hoje nos confrontamos, nos planos nacional e internacional, nomeadamente os que se prendem com o combate a lógicas de privatização da educação, que querem transformar um direito humano básico num bem transacionável a numa apetecível área de negócio. 

Tal como aconteceu nas conferências internacionais anteriormente realizadas, esta foi também um enriquecedor espaço de partilha de pontos de vista e de diferentes experiências, assim como um gratificante espaço de encontro dos convidados internacionais com quadros da FENPROF.

A desmontagem do modelo neoliberal e a luta que o movimento sindical internacional tem que desenvolver contra esse modelo, o reforço da cooperação internacional e as iniciativas comuns, as realidades de cada país e o olhar solidário sobre a ação sindical internacional marcaram esta conferência, em que situações como as que se vivem no Brasil ou na República Árabe Sharaui Democrática estiveram particularmente em foco.

 

 


 
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