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FENPROF
07 nov 2013 / 19:57

Iniciativa no Funchal

EM DEFESA DA ESCOLA INCLUSIVA,

FENPROF E CNOD REALIZARAM MAIS UMA INICIATIVA CONJUNTA

Escola Secundária Francisco Franco- Madeira
11 de novembro de 2013

Decorreu na passado dia 11 de novembro a inauguração da exposição e debate, no Funchal, sobre o tema proposto pelo projeto realizado em parceria entre a FENPROF e a CNOD. A iniciativa teve lugar na Escola Secundária Francisco Franco, uma escola de referência na integração de alunos com deficiência auditiva e visual.

Do painel do debate fizeram parte Rita Freitas, encarregada de educação de uma criança portadora de uma doença rara e que frequentou a escola pública em todo o seu percurso educativo, a coordenadora da Educação Especial da FENPROF, Ana Simões, Educadora de Infância especializada em Intervenção Precoce, Glória Gonçalves, Docente Especializada, Filipe Rebelo, Presidente da Delegação do Funchal da Associação Portuguesa de Deficientes - APD e Mário Nogueira Secretário-Geral da FENPROF. A moderar a sessão esteve a dirigente Cristina Gonçalves, Coordenadora da Educação Especial no Sindicato dos Professores da Madeira – SPM.

Ana Simões interveio para referir a importância da intervenção precoce e o seu significado. A intervenção precoce antes centrada na criança, passou a estar centrada na família enquanto primeiro contexto social e referência chave da criança no seu desenvolvimento. Os professores de intervenção são apenas os facilitadores para que a intervenção ocorra da melhor forma.

Rita Freitas contou aquela que foi a sua experiência enquanto encarregada de educação no acompanhamento da filha na escola, que afirma não ser inclusiva, partindo desde logo da falta de sensibilidade que muitos profissionais manifestam.

Glória Gonçalves afirma que só haverá inclusão social se houver inclusão escolar. O papel da escola é preparar os alunos para a vida ativa profissional, respeitando as caraterísticas de cada criança e jovem, mas atendendo as especificidades que requerem mais acompanhamento e apoio.

Filipe Rebelo, Presidente da Delegação do Funchal da Associação Portuguesa de Deficientes, referindo a sua experiência pessoal,  sustentou que a motivação da pessoa com deficiência é o ponto de partida para ultrapassar as diferenças e eventuais limitações.

Por último, Mário Nogueira, Secretário Geral da FENPROF, afirmou que não é com políticas economicistas que se resolvem os problemas inerentes à diversidade de alunos (com ou sem necessidades educativas especiais). Responder a esta diversidade passa por um maior investimento, em termos matérias e humanos, na Educação.  

Ana Simões, coordenadora do setor da Educação Especial da FENPROF, reiterou, em jeito de síntese, que é de extrema importância a luta pela exigência de políticas educativas que atendam à diversidade de alunos que integram a escola.

A Federação Nacional dos Professores (FENPROF) em parceria com a Confederação Nacional dos Organismos de Deficientes (CNOD) está a  desenvolver o Projeto “A importância da Escola na inclusão social de crianças e jovens com deficiência”, co-financiado pelo Instituto Nacional de Reabilitação (INR).

Tendo como objetivo sensibilizar a comunidade educativa para a importância da Escola Inclusiva, a apresentação de uma exposição, com 10 painéis ilustrativos de experiências de inclusão escolar e social de crianças e jovens com deficiência (desde a Intervenção Precoce à Universidade), e a realização de um debate, continuarão a percorrer o país.

Revista de imprensa:

 

 

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