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FENPROF
09 mar 2018 / 12:01

O tempo de serviço é para contar, não para apagar!

Posição dos Professores será defendida pela FENPROF na reunião da próxima segunda-feira

12 de março – 17 horas – Ministério da Educação
(Avenida Infante Santo, nº2, Lisboa)

 

Ao longo das últimas três semanas, os Sindicatos da FENPROF promoveram mais de uma centena de reuniões e plenários, em que participaram milhares de professores. Após esta grande ronda de reuniões, a FENPROF está em condições de garantir que a greve convocada para os dias 13, 14, 15 e 16 de março pelas organizações sindicais de docentes, a não haver, da parte do governo, profunda alteração de posições na mesa negocial, terá uma grande adesão dos professores, repetindo o que fizeram no passado mês de novembro.

Os professores pretendem que o governo aceite negociar um regime específico de aposentação; exigem do ME medidas que regularizem os seus horários de trabalho para que estes sejam, efetivamente, de 35 horas semanais; porém, de imediato, aquilo de que não abrirão mão é da contagem de todo o tempo de serviço que cumpriram no trabalho com os seus alunos, cumprindo, ainda, todas as suas obrigações fiscais.

Naqueles anos de trabalho, já foram suficientemente castigados com cortes nos seus salários e progressões bloqueadas. Não pode o governos castigar ainda mais os professores eliminando tempo de serviço e discriminando-os em relação à generalidade dos trabalhadores da Administração Pública. Isso mesmo será repetido pela FENPROF na reunião com o governo que se realizará na próxima segunda-feira, dia 12, pelas 17 horas. Na reunião, a FENPROF reafirmará as suas posições negociais:

 

  • Recuperação do tempo de serviço, em processo faseado entre 2019 e 2023, dando, dessa forma, sustentabilidade ao processo;
  • Recuperação média anual de 20%;
  • Garantia de, até final de 2019, todos os docentes terem, pelo menos, uma progressão.

Destas posições os professores não abrem mão, pelo que a FENPROF também não!

 

 

O Secretariado Nacional


 
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