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FENPROF
08 nov 2008 / 19:50

Ecos na comunicação social

 Foi a maior manifestação de professores de sempre
08.11.2008 - http://www.tvi.pt/

Cerca de 120 mil saíram à rua, este sábado, em Lisboa, para contestar as políticas educativas do Governo, em particular o método de avaliação de desempenho. Os sindicatos falam na adesão de 85% da classe. Professores de todo o País a marcaram presença na capital.
Foi o grito de alerta de uma classe quase inteira. Oito meses depois da última grande manifestação, os professores de todo o País voltam a tomar Lisboa para dizer «basta» às políticas educativas do Governo.


Professores aprovam
 por unanimidade greve nacional a 19 de Janeiro
08.11.2008 - 18h56 Lusa/PÚBLICO

As dezenas de milhares de professores que hoje participaram na manifestação nacional contra a avaliação de desempenho aprovaram, por unanimidade, a realização de uma greve nacional a 19 de Janeiro, caso o Ministério da Educação continue intransigente quanto à suspensão do modelo.

No final do desfile entre o Terreiro do Paço e o Marquês de Pombal, além da greve nacional, os professores, 120 mil segundo os sindicatos (a PSP recusou avançar com um balanço "dada a dimensão do protesto"), concordaram com a realização de protestos nas capitais de distrito na última semana deste mês e uma nova marcha nacional ainda durante este ano lectivo.

As reivindicações que hoje levaram os professores à rua serão as mesmas que vão motivar os protestos aprovados esta tarde: o regresso às negociações sobre a avaliação de desempenho com o ministério, o concurso de colocação de professores, os horários de trabalho, o novo regime de gestão e administração escolar e o Estatuto da Carreira Docente.

A Plataforma Sindical dos Professores decidiu ainda abandonar a comissão paritária de acompanhamento da aplicação do modelo de avaliação. Sobre o estatuto da carreira docente, os professores querem que seja eliminada a divisão da profissão em duas categorias hierarquizadas e "todos os constrangimentos administrativos à progressão na carreira".

Esta manifestação nacional segue-se à "Marcha da Indignação" que decorreu há exactamente oito meses e na qual participaram 100 mil professores, tornando-se num dos protestos mais participados no país nas últimas décadas. Para hoje, os sindicatos esperavam uma adesão "semelhante ou superior" à de 8 de Março.


 
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