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FENPROF
11 jul 2014 / 11:36

CGTP-IN com os trabalhadores e o povo da Palestina

A CGTP-IN condena a agressão do governo Israelita à população de Gaza, com brutais bombardeamentos que causaram, até à data, quase uma centena de mortos e um número indeterminado de feridos entre a população indefesa, nomeadamente crianças.

A violência, a crueldade e a morte intensificaram-se em nome de um dito direito de "retaliação". Do que na verdade se trata, é de hediondos de crimes de guerra levados a cabo por uma potência ocupante.

Os trabalhadores e o povo palestiniano vivem há mais de 60 anos sob a ocupação e a agressão do estado israelita, cuja política sionista desenvolve brutais agressões, chantagem, bloqueios e crimes contra o povo palestiniano, na Cisjordânia e em Gaza.

Esta nova brutal ofensiva armada israelita sobre Gaza, constitui um verdadeiro massacre de civis indefesos, que nada pode justificar.

Israel só tem podido agir desta forma, em total violação das normas do direito internacional, devido ao apoio económico, diplomático e militar concedido pelos EUA, por vários países europeus e pela NATO.

Em toda a Palestina e em consequência da ocupação e das constantes agressões, a actividade económica tem sido profundamente afectada. A situação do trabalho e do emprego na Cisjordânia e em Gaza é deveras preocupante. A construção do muro e o aumento da construção dos colonatos e de estradas separadas e todas as brutais limitações à circulação dos cidadãos palestinianos, através dos checkpoints, limitam toda a circulação dos palestinianos afectando, em primeiro lugar, os seus trabalhadores.

Face à dramática situação dos trabalhadores e do povo palestiniano, a CGTP-IN expressa ao conjunto do movimento sindical palestiniano e particularmente às organizações sindicais em Gaza, a sua profunda solidariedade, neste difícil momento de resistência e da luta contra a brutal agressão das autoridades de Telavive. 

Para a CGTP-IN é preciso pôr termo à impunidade de Israel e responsabilizar os governos nacionais, a União Europeia e as instâncias internacionais pela cumplicidade que vêm demonstrando perante o terrorismo de estado, a violação dos direitos humanos e a barbárie.

É urgente pôr fim a esta nova agressão, ao bloqueio e à ocupação, há que desmantelar os colonatos e muro de separação, há que libertar todos os presos políticos palestinianos, há que promover o regresso dos Palestinianos no exílio; há que reconhecer a nível das Nações Unidas um estado Palestiniano com capital em Jerusalém.

Tendo 2014 sido decretado pela Organização das Nações Unidas como o “Ano Internacional de Solidariedade com o Povo Palestiniano” é necessário, de uma vez por todas, fazer cumprir as centenas de resoluções da ONU condenando Israel, exigindo o reconhecimento da existência de dois estados e propondo a resolução pacífica do conflito.

A gravidade da situação exige a aplicação imediata de verdadeiras soluções de Paz duradoura para a Palestina e para o Médio Oriente, que ponham termo às ocupações, agressões e ingerências imperialistas na Região.

CGTP-IN
Lisboa, 11.07.2014

"Quero precisar que a localização exata desta escola foi comunicada por 17 vezes às autoridades militares israelitas"

 


 
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