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FENPROF
30 out 2017 / 18:35

FENPROF reitera necessidade de reunião com ME

E reafirma necessidade de convergência na ação e nas lutas para evitar novas penalizações e uma inaceitável discriminação no descongelamento das carreiras.

 

Na sequência da importante greve da passada sexta-feira, dia 27, que encerrou mais de 90% das escolas em Portugal e mereceu, da parte dos professores, uma das maiores adesões de sempre em greves gerais da Administração Pública, a FENPROF enviou ao Ministro da Educação, hoje mesmo, um ofício em que reitera a necessidade de, com muita urgência, ser realizada a reunião que vem sendo recusada.

No ofício, a FENPROF relembra não ser aceitável um descongelamento não negociado da carreira docente, com o governo a pretender impor disposições muito penalizadoras e discriminatórias dos professores e educadores, de entre as quais se destaca a intenção de eliminar mais de 9 dos últimos 12 anos de serviço, precisamente aqueles em que os professores já foram extremamente penalizados, com cortes salarias, congelamento das progressões, entre outras medidas. A FENPROF também recordou ao Ministro que há outros problemas que estão por resolver, aos quais Ministério da Educação e Governo continuam sem dar qualquer resposta, referindo a aposentação, os horários de trabalho e os concursos.

Hoje, ainda, a FENPROF contactou, de novo, as organizações sindicais de docentes que têm vindo a manifestar indignação face às posições e intenções do Governo e do Ministério da Educação, em particular em relação à questão das carreiras. Nesse ofício, reafirma a sua disponibilidade para a convergência em ações, colocando a necessidade de fazer de 15 de novembro um grande Dia Nacional de Luta dos Professores e Educadores.

 

O Secretariado Nacional


 
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