JF Online, janeiro 2026

Culturais

26 de janeiro, 2026

EXPOSIÇÕES

(Mais) dois motivos para visitar a Casa das Histórias Paula Rego

No ano em que assinalou 16 anos de vida (2025), a Casa das Histórias Paula Rego (CHPR), em Cascais, apresentou duas exposições que aprofundam diferentes dimensões da obra da prestigiada artista: “A Coleção da CHPR em diálogo com a Coleção da artista” (salas 1 a 7), e “Costumes and Pictures: o vestuário na obra de Paula Rego” (sala 0), ambas patentes até 15 de março deste novo ano de 2026.

As mostras apresentam novas perspetivas sobre o processo criativo e o universo temático de Paula Rego, incluindo obras inéditas e outras menos conhecidas do público. As duas exposições fomentam um diálogo, tanto entre a coleção da artista e a coleção do museu, como entre as obras da artista e a sua inspiração, particularmente no têxtil.

“Estas duas exposições têm como objetivo mostrar a relação que existe ainda com o atelier da Paula Rego e com a sua coleção,” revelou a curadora Catarina Alfaro.

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CASA DA MÚSICA

Concerto de Carnaval

A Casa da Música, no Porto, anuncia para 15 de fevereiro, às 18h00, um Concerto de Carnaval, que promete...

"Entre máscaras e episódios cómicos, a Orquestra Sinfónica do Porto/ Casa da Música celebra o Carnaval com um programa que inclui peças famosas do catálogo orquestral e danças do repertório tradicional de vários países. Na recriação de uma noite veneziana por Johann Strauss II ou na boda do célebre mestre de dança Luís Alonso, contada numa famosa zarzuela de Giménez, desenham-se momentos de intriga, romance e humor.

O percurso evoca também o espírito popular das danças eslavas e transilvanas, atravessando paisagens espanholas e culminando numa aldeia transmontana, ao som de uma dança do célebre bailado ("Dança da menina tonta") que Frederico de Freitas escreveu para a companhia Verde Gaio".

O concerto decorrerá na sala Suggia.

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CONCERTO

Solistas da Orquestra Gulbenkian

— 9 de fevereiro

Os solistas da Orquestra Gulbenkian Vera Dias (fagote), Cristina Ánchel (flauta), Pedro Ribeiro (oboé), Iva Barbosa (clarinete) e Duarte Moreira (trompa) apresentam-se no dia 9 de fevereiro (segunda-feira) às 20h00, no grande auditório. Vão interpretar obras de Luciano Berio, Heitor Villa-Lobos e David Maslanka. Duração total aproximada: 60 min. Concerto sem intervalo.

Nota da Fundação: A Orquestra Gulbenkian é formada por instrumentistas de grande qualidade técnica e artística. Ao longo de cada temporada, estes apresentam-se também em recitais de música de câmara, com entrada gratuita. Ao mesmo tempo contribuem de forma relevante para uma melhor apreciação e valorização da música de câmara, desde o repertório corrente do género até à estreia de novas obras.


TEATRO

A "Embarcação do Inferno", de Gil Vicente está de volta a Coimbra

"Embarcação do Inferno", de Gil Vicente cumpre temporada no Teatro da Cerca de São Bernardo (TCSB), em Coimbra, de 29 de janeiro a 6 de fevereiro. As sessões para as escolas realizam-se às 11h00 e às 15h00 e para o público em geral decorrerá a 6 de fevereiro, às 19h00.  Uma co-produção Escola da Noite/CENDREV.

Espetáculo para maiores de 12 anos. Duração: 60 minutos.

Informações e 𝐫𝐞𝐬𝐞𝐫𝐯𝐚𝐬: 239 718 238 / 966 302 488 / bilheteira@aescoladanoite.pt; bilheteira online: tinyurl.com/BilhetesTCSB 


MOSTRA BIBLIOGRÁFICA

“O Estado Novo e o Holocausto”

— Angra do Heroísmo

A Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro, na Ilha Terceira, organiza a mostra bibliográfica sobre a temática “O Estado Novo e o Holocausto”, que pode ser visitada até 31 de janeiro, no espaço Arte e Debates.

"Revisitar a Memória impõe-se como um dever ético e pedagógico que não só contraria o esquecimento, como também se assume como uma estrutura de possibilidade de questionamento e de ressignificação dos acontecimentos", referem os organizadores do evento, que acrescentam:

"Uma das experiências mais traumáticas e que faz parte da memória coletiva do mundo ocidental é o genocídio de judeus pela Alemanha Nazi durante a Segunda Guerra Mundial. Em Portugal, só na década de 90 do século XX é que o tema começou a ser aprofundado, nomeadamente com o estudo sobre os refugiados que passaram por Portugal durante a guerra e os trabalhos de investigação de Irene Flunser Pimentel e Cláudia Ninhos, que apresentaram factos que questionam e buscam respostas em torno do envolvimento de Portugal no Holocausto".