CGTP  |  FRENTE COMUM  |  INTERNACIONAL EDUCAÇÃO  |  FMTC  |  CPLP-SE
 
 SPN  | SPRC  | SPGL  | SPZS  | SPRA  | SPM  | SPE  

FENPROF
09 dez 2009 / 20:13

Impedimentos administrativos à progressão na carreira inviabilizarão acordo negocial

Na reunião de 9 de Dezembro, 4ª feira, com o Ministério da Educação, a FENPROF fundamentou as suas posições, que constam do parecer que entregou na passada segunda-feira, tanto em relação à avaliação de desempenho, como à estrutura da carreira.

Instale o Flash Player

A FENPROF insistiu, também, na necessidade de o novo modelo de avaliação passar por um período experimental, evitando-se a repetição de erros cometidos na aplicação do modelo anterior, e tendo em boa conta as críticas que, a esse propósito, foram formuladas pelo CCAP.

Mas a divergência principal da FENPROF, em relação à proposta do ME, continua a ser a existência de mecanismos administrativos (quotas na atribuição de classificações e vagas para acesso a escalões) que impedem os professores de, independentemente da qualidade do seu desempenho profissional e da classificação obtida em sede de avaliação, progredirem na carreira.

A manterem-se esses estrangulamentos na carreira docente, não estarão reunidas condições mínimas para que exista acordo entre a FENPROF e o ME em torno desta matéria.

Na próxima quarta-feira, dia 16 de Dezembro, será a vez de o Ministério da Educação apresentar uma contraproposta negocial, pelo que essa reunião será de crucial importância para o desenvolvimento do processo negocial.

O Secretariado Nacional da FENPROF
9/12/2009

   

 

 A delegação da FENPROF que reuniu com o ME foi constituída por Mário Nogueira, Secretário Geral; João Paulo Videira (SPGL), Abel Macedo   (SPN), Anabela Sotaia (SPRC), Joaquim Páscoa (SPZS), Marília Azevedo (SPM) e António Lucas (SPRA)

Imprimir Abrir como PDF

Partilhar:

|

Acção Sindical
Skip Navigation Links.

Voltar ao Topo