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FENPROF
27 dez 2005 / 15:45

Trazer para o centro da agenda política os problemas concretos do mundo do trabalho

 

O crescimento do desemprego, as falências, a rápida caducidade dos contratos colectivos de trabalho, os ataques ao emprego na Administração Pública e a insistência numa política de baixos salários são alguns exemplos dos temas que a CGTP-IN quer trazer para "o centro da agenda política".

Numa recente conferência de imprensa em que destacou a
Semana de Convergência de Lutas, realizada pela Central em todas as regiões entre 12 e 17 de Dezembro, envolvendo meia centena de acções, o secretário-geral da CGTP- IN alertou para o aumento de contradições do Governo e a sucessão de políticas que não têm trazido desenvolvimento económico ao País.
Numa altura em que os trabalhadores são responsabilizados pela falta de produtividade e competitividade, Manuel Carvalho da Silva criticou a falta de fiscalização e de atitude crítica perante o Plano Tecnológico, já que não se sabe "se está ou não ajustado". Apesar de ser importante, "tem de ser conjugado com respostas ao défice e a lacunas em campos fundamentais", salientou.  
Factor essencial para a Inter é a política de formação profissional ameaçada com o novo acordo financeiro da UE. "O País precisa de saber que está a perder os fundos que tinha até hoje", observou o dirigente sindical.
Carvalho da Silva revelou que a CGTP-IN tenciona "avançar um alerta ao Presidente da República", por terem sido feitas alterações inconstitucionais - e lesivas para os direitos dos trabalhadores - ao Código do Trabalho, nomeadamente em relação à sobrevigência do contrato colectivo de trabalho.  
Os salários continuam a estar no centro do debate para a central sindical, juntamente com o débil acesso à Justiça por parte dos trabalhadores e a destruição do vínculo laboral na administração pública. Por essa razão, defende a central sindical, é "fundamental criar um conjunto de iniciativas que tragam debate a estas matérias", mobilizando a opinião pública e criando caminhos e alternativas a uma política errada, que hipoteca o futuro dos portugueses.
Para a Intersindical, há que apostar numa política que defenda o sector produtivo e a criação de emprego de qualidade, que possibilite o aumento real dos salários, que combata o aumento do custo de vida e que promova a justiça no trabalho.



 

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