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FENPROF
 Departamento do Ensino Superior e Investigação
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16 jan 2013 / 15:49

Apelo à participação dos docentes e investigadores

MANIFESTAÇÃO NACIONAL DE PROFESSORES - 26 de Janeiro

Não somos portugueses para ficar de braços cruzados a ver o FMI, o Governo, ou seja quem for, a destruir o país! Em defesa do Ensino Superior público, de outro governo, de outra política!

No próximo dia 26 de Janeiro, os professores vão voltar à rua. Para esse dia, a FENPROF convoca os docentes de todos os níveis de ensino para um grande levantamento cívico contra as políticas de destruição do país e dos serviços públicos. Para dizer ao Governo, ao PSD e ao CDS, e à troika que não estão autorizados a destruir a escola pública, de matriz democrática, construída ao longo de muitos anos.

A receita do Governo e da maioria parlamentar que o apoia vai levar ao colapso das instituições de ensino superior, com cortes insustentáveis no Orçamento de Estado para a actividade docente e para a Ciência. Insiste no confisco de salários e no aumento da carga fiscal; ameaça os professores com a mobilidade especial e com números alarmantes de despedimentos; põe em causa os regimes de transição de carreiras e a abertura de concursos de forma a cumprir os rácios nelas fixados; quer aumentar propinas, já de si das mais altas da Europa; reduz o apoio social escolar.

Não estamos sujeitos a um resgate financeiro, mas a um resgate político. Há aqui a opção deliberada de alterar uma sociedade que se democratizou; querem destruí-la em favor de interesses estranhos aos portugueses. Não nos deixemos enganar pelo discurso do Governo e seus acólitos que diz que há funcionários a mais na Educação. Não há. Se continuar a implementar-se esta agenda, isso significará bem mais do que o fim de muitos empregos; será o fim de oportunidades de protecção e valorização social e cultural da esmagadora maioria dos portugueses, para pagar a privados os serviços que são da responsabilidade do Estado.

A Manifestação de 26 de Janeiro não é um ponto de chegada. É mais uma das lutas que temos de travar, enquanto professores e cidadãos, que não são indivíduos passivos e acríticos.

Os professores e os investigadores não podem fingir que tudo isto não os atinge e por isso têm de intensificar a luta e voltar a encher as ruas por uma política diferente, por uma política económica e social que promova o desenvolvimento sustentável do país.

 

26 DE JANEIRO ÀS 15 HORAS

LISBOA – MARQUÊS DE POMBAL

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