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FENPROF

 Sindicato dos Professores no Estrangeiro
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27 set 2010 / 08:43

Os desafios do ensino português no estrangeiro e a situação dos docentes

A realidade do ensino português no estrangeiro (EPE) e as principais matérias que o Sindicato tem apresentado junto do Instituto Camões, Ministério da Educação (ME) e Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, para análise e negociação,  estiveram em destaque na Assembleia Geral (AG) do Sindicato dos Professores no Estrangeiro (SPE/FENPROF), realizada no Luxemburgo nos passados dias 25 e 26 de Setembro. Mário Nogueira participou nos trabalhos. Também esteve presente Ana Cristina Martins, dirigente que faz a ligação do SPE à FENPROF.

Presidida por Glória Cardoso, a AG do SPE, que decorreu no Centro de Formação e Seminários de Remich, a cerca de 20 quilómetros  da cidade de Luxemburgo, reuniu membros do Sindicato oriundos de vários países europeus (Alemanha, Bélgica, França, Suíça e Luxemburgo) e encerrou no dia 26 (domingo) com um convívio e jornada de reflexão sobre o ensino português no estrangeiro.

Memorando reivindicativo

O primeiro dia foi marcado pelo balanço das actividades do SPE, entre Janeiro de 2009 e Setembro de 2010, registando-se as intervenções dos dirigentes dos núcleos e da direcção do SPE, incluindo o seu Secretário-Geral, Carlos Pato.

A discussão em torno do memorando reivindicativo, entretanto actualizado e enriquecido com novas propostas, foi outro momento saliente do primeiro dia de trabalhos da AG, que dedicou particular atenção às negociações com a Secretaria de Estado das Comunidades e o Instituto Camões sobre a avaliação de desempenho (o SPE exige a criação de um Conselho de Avaliação eleito pelos professores) e também à necessidade de recuperação da representatividade sindical em órgãos de decisão como os conselhos consultivos consulares.

A organização interna do SPE, com destaque para o funcionamento e a aposta na dinamização dos seus diferentes núcleos, foi abordada no segundo dia da Assembleia Geral, que ouviu o Secretário-Geral da FENPROF já num convívio que decorreu a bordo de uma embarcação turística no rio Mosele, uma iniciativa que juntou outros docentes, familiares e amigos e a Coordenadora do EPE no Benelux, que concedeu uma entrevista ao "JF", que também será divulgada nesta página. 

Mário Nogueira deu uma panorâmica da acção e luta dos professores portugueses, comentou a situação que se vive no país, realçou o trabalho desenvolvido pelo SPE e apelou à mobilização de todos os educadores e professores na defesa dos seus direitos e da escola pública de qualidade. / JPO


 
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