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04 mai 2015 / 12:16

Jornada de esclarecimento e luta na Baixa de Lisboa

A Comissão Nacional de Aposentados da Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública promoveu uma jornada de esclarecimento e luta, em Lisboa, junto ao Arco da Rua Augusta. 

A iniciativa decorreu na passada sexta-feira, 8 de maio, e incluíu apresentação da exposição "Por um Futuro Digno", constituída por vários painéis que mostram a evolução da protecção social em Portugal e as consequências da desastrosa política levada a cabo por sucessivos governos de destruição dos direitos dos reformados e pensionistas da Administração Pública.

O certame está agora disponível para ser apresentado nas diversas regiões do país. Basta contactar a Frente Comum.

Além da exposição, a iniciativa na Baixa de Lisboa contou com intervenções e debates, envolvendo dirigentes e quadros sindicais, convidados, especialistas da matéria e outros participantes. 

Intervindo em nome do Departamento de Aposentados da FENPROF, Graça Gonçalves sublinhou que "é inaceitável e é imperioso reverter a política devastadora dos direitos dos trabalhadores onde aposentados/reformados e pensionistas se incluem. Não podemos deixar que o artigo 63º da Constituição da República Portuguesa, que institui a segurança social como um sistema universal, unificado e descentralizado, seja apagado com o argumento de que a Segurança Social e a Caixa Geral de Aposentações são insustentáveis."

"Nós, aposentados/reformados, pensionistas", destacou a sindicalista, "não vamos voltar as costas à luta". E acrescentou: "Vivemos antes da Revolução de Abril, muitos de nós lutámos com grande firmeza pelos direitos  dos trabalhadores, por uma sociedade mais justa e alcançámos muitas vitórias. Neste momento  difícil, de uma enorme degradação da sociedade portuguesa não cruzaremos os braços. É imperativo mantermo-nos na luta organizada pelas estruturas sindicais que nos representam e, ao mesmo tempo, é imperativo transmitirmos aos mais jovens as nossas vivências, as nossas lutas e vitórias antes e depois da Revolução de Abril."

Pensões degradadas

A Frente Comum exige um "aumento de 3,7% para as pensões da Função Pública que já não têm aumento há mais de 10 anos, exceto uma ou outra pensão mínima", como referiu a coordenadora daquela estrutura sindical, Ana Avoila.

"As pensões têm perdido muito", salientou a sindicalista, sublinhando que "não faz sentido haver pensões 'doiradas', em detrimento das de quem descontou uma vida inteira e que deviam ter uma pensão digna, de acordo com aquilo que contribuíram durante a sua vida ativa". 

Ana Avoila frisou ainda que, a escassos meses das eleições legislativas, a altura é de avaliação e "o balanço é negativo" para trabalhadores, pensionistas e população em geral, porque "toda a gente perdeu" .

É necessário e urgente criar as condições para uma alternativa política que respeite os princípios, os valores e os direitos consagrados na Constituição da República, que permita a todos viver e trabalhar com dignidade, numa sociedade mais justa e solidária com os valores e os direitos de Abril no futuro de Portugal.


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Contém 1 ficheiro em anexo:

 A5_FRENTE_COMUM_APOSENTADOS_DEF_2.pdf

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