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FENPROF
Pelo cumprimento da Legislação do amianto
 O AMIANTO MATA!
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03 mai 2014 / 15:19

Pela remoção do amianto nas escolas, perigo para o ambiente e a saúde

O Sindicato dos Professores da Zona Sul (SPZS) informa que irá estar numa ação de informacãoo e protesto durante a semana de 12 a 14 de maio, junto a várias escolas que contêm amianto, nos distritos de Portalegre, Évora, Beja e Faro.

Dia 12 de Maio pelas 9h em Portalegre, junto à EB 1° CEB do Atalaião

Dia 13 de Maio pelas 12h em Évora, junto à EB 2,3 André de Resende

Dia 13 de Maio pelas 13h em Faro, junto à EB 1° CEB Alto Rodes

Dia 14 de Maio pelas 12h em Odemira, junto à Escola Secundária de Odemira

Dia 14 de Maio pelas 9h em Lagos, junto à EB 1° CEB n.º 3 de Lagos

Esta ação insere-se numa campanha nacional da Federação Nacional dos Professores (FENPROF), pelo cumprimento da legislação sobre o amianto. Na nossa área sindical ainda existem muitos edifícios escolares que contêm amianto, ou que sejam susceptíveis de conter amianto. O SPZS realizou um levantamento destas situações, contando em larga medida com a colaboração dos respectivos municípios, e que em muitos casos nos inteiraram de casos concretos de escolas que aguardam há vários anos por intervenções do Ministério da Educação:

Distrito de Portalegre:

-    Agrupamento de Escolas de Nisa

-    Agrupamento de Escolas de Arronches

-    Agrupamento N.º 2 - Santa Luzia - Elvas

-    Agrupamento de Escolas de Sousel

-    EB 1° CEB da Cooperativa em Campo Maior

-    EB 1° CEB do Atalaião em Portalegre

Distrito de Évora:

-    EB 2,3 André de Resende - Évora

-    EB 2,3/S Dr. Isidoro de Sousa Viana do Alentejo

-    ES/3ºC André de Gouveia – Évora

-    Infantário de Mourão

-    EB 2,3 Sebastião da Gama - Estremoz

-    JI Bairro de Santo Antônio - Évora

-    JI Cruz da Picada - Évora

-    EB 1° CEB Cruz da Picada - Évora

-    EB 1° CEB Frei Aleixo - Évora

-    EB 1° CEB Horta das Figueiras - Évora

-    EB 1° CEB Vista Alegre - Évora

Distrito de Beja:

-    Escola Secundária de Castro Verde

-    Escola Secundária de Serpa

-    Escola Secundária de Odemira

-    EBI de Vila nova de São Bento

Distrito de Faro:

-    EB 2,3 D. Afonso III - Faro

-    EB 2,3 Dr. Joaquim Magalhães - Faro

-    EB 2,3 Dr. José Neves Júnior

-    EB 1° CEB alto Rodes - Faro

-    EB 2,3 D. Manuel I - Tavira

-    JI Santo Estevão - Tavira

-    Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes - Portimão

-      Escola Secundária  Padre António Martins de Oliveira - Lagoa

-    EB 1° CEB Coca Maravilhas - Portimão

-    EB 1° CEB Chão das Donas - Portimão

-    EB 2,3 Manuel do Nascimento - Monchique

-    EB 1° CEB de Marmelete - Monchique

-    EB 1/JI n.º 3 de Lagos

   -    EB 2,3 Dr. Garcia Domingues - Silves

A presença de amianto em coberturas de edifícios públicos, como escolas, instalações desportivas, centros de saúde ou hospitais é uma situação ainda não resolvida.

O amianto também conhecido por asbesto é um material com grande flexibilidade e resistências química e térmica. É utilizado para muitas finalidades como seja em telhas de fibrocimento.

O amianto é constituído por feixes de fibras. Estes feixes, por seu lado, sã
o constituídos por fibras extremamente finas e longas facilmente separáveis umas das outras com tendência a produzir um pó de partículas muito pequenas que flutuam no ar e aderem às roupas. As fibras podem ser facilmente inaladas ou engolidas podendo causar graves problemas de saúde.

O amianto
é uma substância cuja inalação de partículas pode provocar cancro do pulmão e outras doenças respiratórias.

A utilização de materiais com amianto na construção foi proibida a partir dos anos 90 e a sua remoção obedece a regras específicas, algumas delas visando a defesa da saúde dos próprios trabalhadores a realizar as obras.

A Assembleia da República aprovou por unanimidade a Lei nº 2/2011 para se fazer a remoção de amianto em edifícios públicos. No entanto este governo vem dizer que esse assunto não é urgente. Considerando que se pensa que exista amianto em cerca de metade das escolas do país, o SPZS considera que é um imperativo que se faça o levantamento previsto na lei e se proceda à sua remoção em segurança, começando pelos estabelecimentos escolares onde o risco para a saúde pública é maior.

É demasiada a demora do Governo em resolver este problema de eventual gravidade para a saúde pública. Já a Resolução da Assembleia da República n.º 24/2003, publicada há mais de uma década, recomendava ao Governo que se fizesse um levantamento em relação ao Amianto.

O SPZS exige que se faça a mediação das partículas de amianto existente no ar interior das escolas e que se divulguem esses dados. Não é possível retirar o amianto todo em pouco tempo, mas é necessário fazer um plano. Exigimos:

  • A divulgação, no portal do governo, da listagem com informação sobre os edifícios públicos, nomeadamente as escolas, em que existe amianto na sua construção, no estrito cumprimento da lei;
  •  Conhecer, com pormenor a situação. Esta informação deverá ser prestada a quantos trabalham e estudam nas escolas referenciadas, bem como a previsão do prazo de remoção desse material.

O SPZS/FENPROF não irá desistir desta luta e levá-la-á até onde for necessário para ajudar a resolver este grave problema de saúde pública ao qual se expõem, diariamente, alunos, docentes e trabalhadores não docentes das escolas. / SPZS

 

PELA REMOÇÃO DO AMIANTO NAS ESCOLAS.

PERIGO PARA O AMBIENTE E SAÚDE!

 

O Sindicato dos Professores da Zona Sul (SPZS) informa que irá estar numa ação de informacãoo e protesto durante a semana de 12 a 14 de Maio, junto a várias escolas que contêm amianto, nos distritos de Portalegre, Évora, Beja e Faro.

 

Dia 12 de Maio pelas 9h em Portalegre, junto à EB 1° CEB do Atalaião;

Dia 13 de Maio pelas 12h em Évora, junto à EB 2,3 André de Resende;

Dia 13 de Maio pelas 13h em Faro, junto à EB 1° CEB Alto Rodes;

Dia 14 de Maio pelas 12h em Odemira, junto à Escola Secundária de Odemira;

Dia 14 de Maio pelas 9h em Lagos, junto à EB 1° CEB n.º 3 de Lagos;

 

Esta acção insere-se numa campanha nacional da Federação Nacional dos Professores (FENPROF), pelo cumprimento da legislação sobre o amianto. Na nossa área sindical ainda existem muitos edifícios escolares que contêm amianto, ou que sejam susceptíveis de conter amianto. O SPZS realizou um levantamento destas situações, contando em larga medida com a colaboração dos respectivos municípios, e que em muitos casos nos inteiraram de casos concretos de escolas que aguardam há vários anos por intervenções do Ministério da Educação:

 

Distrito de Portalegre:

-    Agrupamento de Escolas de Nisa;

-    Agrupamento de Escolas de Arronches;

-    Agrupamento N.º 2 - Santa Luzia - Elvas;

-    Agrupamento de Escolas de Sousel;

-    EB 1° CEB da Cooperativa em Campo Maior;

-    EB 1° CEB do Atalaião em Portalegre.

 

Distrito de Évora:

-    EB 2,3 André de Resende - Évora;

-    EB 2,3/S Dr. Isidoro de Sousa Viana do Alentejo;

-    ES/3ºC André de Gouveia – Évora;

-    Infantário de Mourão;

-    EB 2,3 Sebastião da Gama - Estremoz;

-    JI Bairro de Santo Antônio - Évora;

-    JI Cruz da Picada - Évora;

-    EB 1° CEB Cruz da Picada - Évora;

-    EB 1° CEB Frei Aleixo - Évora;

-    EB 1° CEB Horta das Figueiras - Évora;

-    EB 1° CEB Vista Alegre - Évora.

 

Distrito de Beja:

-    Escola Secundária de Castro Verde;

-    Escola Secundária de Serpa;

-    Escola Secundária de Odemira;

-    EBI de Vila nova de São Bento;

 

Distrito de Faro:

-    EB 2,3 D. Afonso III - Faro;

-    EB 2,3 Dr. Joaquim Magalhães - Faro;

-    EB 2,3 Dr. José Neves Júnior;

-    EB 1° CEB alto Rodes - Faro;

-    EB 2,3 D. Manuel I - Tavira;

-    JI Santo Estevão - Tavira;

-    Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes - Portimão;

-   Escola Secundária  Padre António Martins de Oliveira - Lagoa

-    EB 1° CEB Coca Maravilhas - Portimão;

-    EB 1° CEB Chão das Donas - Portimão;

-    EB 2,3 Manuel do Nascimento - Monchique;

-    EB 1° CEB de Marmelete - Monchique;

-    EB 1/JI n.º 3 de Lagos;

-    EB 2,3 Dr. Garcia Domingues - Silves;


A presença de amianto em coberturas de edifícios públicos, como escolas, instalações desportivas, centros de saúde ou hospitais é uma situação ainda não resolvida.

O amianto também conhecido por asbesto é um material com grande flexibilidade e resistências química e térmica. É utilizado para muitas finalidades como seja em telhas de fibrocimento. O amianto é constituído por feixes de fibras. Estes feixes, por seu lado, são constituídos por fibras extremamente finas e longas facilmente separáveis umas das outras com tendência a produzir um pó de partículas muito pequenas que flutuam no ar e aderem às roupas. As fibras podem ser facilmente inaladas ou engolidas podendo causar graves problemas de saúde. O amianto é uma substância cuja inalação de partículas pode provocar cancro do pulmão e outras doenças respiratórias.

 

A utilização de materiais com amianto na construção foi proibida a partir dos anos 90 e a sua remoção obedece a regras específicas, algumas delas visando a defesa da saúde dos próprios trabalhadores a realizar as obras.

A Assembleia da República aprovou por unanimidade a Lei nº 2/2011 para se fazer a remoção de amianto em edifícios públicos. No entanto este governo vem dizer que esse assunto não é urgente. Considerando que se pensa que exista amianto em cerca de metade das escolas do país, o SPZS considera que é um imperativo que se faça o levantamento previsto na lei e se proceda à sua remoção em segurança, começando pelos estabelecimentos escolares onde o risco para a saúde pública é maior.

É demasiada a demora do Governo em resolver este problema de eventual gravidade para a saúde pública. Já a Resolução da Assembleia da República n.º 24/2003, publicada há mais de uma década, recomendava ao Governo que se fizesse um levantamento em relação ao Amianto.

 

O SPZS exige que se faça a mediação das partículas de amianto existente no ar interior das escolas e que se divulguem esses dados. Não é possível retirar o amianto todo em pouco tempo, mas é necessário fazer um plano. Exigimos:

 

- A divulgação, no portal do governo, da listagem com informação sobre os edifícios públicos, nomeadamente as escolas, em que existe amianto na sua construção, no estrito cumprimento da lei;

-      Conhecer, com pormenor a situação. Esta informação deverá ser prestada a quantos trabalham e estudam nas escolas referenciadas, bem como a previsão do prazo de remoção desse material.

O SPZS/FENPROF não irá desistir desta luta e levá-la-á até onde for necessário para ajudar a resolver este grave problema de saúde pública ao qual se expõem, diariamente, alunos, docentes e trabalhadores não docentes das escolas.

 

O SPZS

 


 
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