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FENPROF
09 jun 2018 / 22:19

A Luta é, em todas as ocasiões, ajustada à exigência e ao protesto

Centenas de professores participaram na Manifestação Nacional convocada pela CGTP-IN. Levaram consigo o "Não ao Apagão!" do tempo de serviço, a defesa de uma aposentação justa aos 36 anos de serviço, horários adequados que ajudem a combater o enorme desgaste profissional e o combate à precariedade -  enorme flagelo do sistema educativo e do país. 

Referindo-se à greve às avaliações convocada para escolas a partir de 18 de Junho, o secretário-geral fez um forte apelo para que se continue a mobilização desta greve tão exigente. Organizá-la, fazer dissipar quaisquer dúvidas, apoiar uma estratégia de continuidade da luta e afirmar todos os dias os objetivos que levam a esta exigente e dura ação, é tarefa de todos os dias, não podendo ser guiada por estados de alma e não devendo desviar-se dos objetivos e do caminho traçado: lutar, pressionar, forçar a negociação que, no caso do tempo de serviço, não se dirige ao tempo a contar (esse consta da lei), mas sim quanto ao modo e aos prazos (essa sim matéria que é obrigatória no processo negocial).

Mário Nogueira disse ainda que os professores portugueses sabem que a FENPROF é responsável política e sindicalmente e que não convoca greves que lhes possam criar problemas, designadamente disciplinares, ou de compreensão das comunidades escolares. O objetivo é ganhar aqueilo a que temos direito e não prejudicar quem não é, claramente, responsável pelos problemas existentes.

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