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FENPROF
16 mar 2018 / 13:21

Greve mantém indices elevados

Esta manhã, em Braga, o Secretário-Geral da FENPROF fez um balanço da primeira metade do dia, com elevados resultados de adesão dos professores, independentemente do nível de participação do pessoal não docente na jornada nacional de luta para hoje convocada.

Os professores que não estão em greve cumprem horário. Os primeiros sinais vindos do Porto, Braga, Vila Real revelam números elevados de participação na greve nacional dos professores.

Há problemas complicados que os trabalhadores não docentes estão a ter, mas no caso dos professores salientem-se três aspetos que mobilizam os professores para esta semana de greve: a contagem do tempo de serviço (ao contrário do que o governo decidiu fazer para os outros setores, os professores defendem um faseamento até 2023).

As declarações do ministro na Assembleia da República de que neste momento a sua proposta é de um apagamento de 70% do seu tempo de serviço, pode ser um indício para se ir aproximando das posições justas e realistas dos professores e educadores:

– a contagem integral do tempo de serviço, sem cedências a chantagens e tentativas de manipulação da opinião pública por parte do ME;

– a necessidade de um regime de aposentação que resolva o problema do envelhecimento crescente da classe docente em Portugal, permitindo, assim, o rejuvenescimento dos quadros de escola e de agrupamento;

– a regulação adequada dos horários de trabalho, hoje completamente desajustados, até, da própria letra da lei, mas seguramente do espírito – os docentes para além da sua componente letiva têm uma componente não letiva que, quando realizada no estabelecimento, ultrapassa muito os limites estabelecidos e subverte o conceito de atividade letiva (parte da atividade letiva é realizada na componente não letiva. o ME tem de resolver esta situação).

Já Manuela Mendonça, coordenadora do SPN, informou que há um número muito grande de escolas encerradas por força da greve e não, como se tentará fazer passar, por efeito da greve de funcionários. Os dados revelam uma grande determinação na defesa do que são os objetivos desta greve. Luta muito importante por estarem a lutar pela carreira docente, por melhores condições de exercício da profissão, que são condições fundamentais para uma ainda maior qualificação da escola pública.

Esta manhã, em Braga, o Secretário-Geral da FENPROF fez um balanço da primeira metade do dia, com elevados resultados de adesão dos professores, independentemente do nível de participação do pessoal não docente na jornada nacional de luta para hoje convocada.
Os professores que não estão em greve cumprem horário. Os primeiros sinais vindos do Porto, Braga, Vila Real revelam números elevados de participação na greve nacional dos professores.
Há problemas complicados que os trabalhadores não docentes estão a ter, mas no caso dos professores salientem-se três aspetos que mobilizam os professores para esta semana de greve: a contagem do tempo de serviço (ao contrário do que o governo decidiu fazer para os outros setores, os professores defendem um faseamento até 2023). As declarações do ministro na Assembleia da República de que neste momento a sua proposta 
é de um apagamento de 70% do seu tempo de serviço, pode ser um indício para se ir aproximando das posições justas e realistas dos professores e educadores; a necessidade de um regime de aposentação que resolva o problema do envelhecimento crescente da classe docente em Portugal, permitindo, assim, o rejuvenescimento dos quadros de escola e de agrupamento; a regulação adequada dos horários de trabalho, hoje completamente desajustados, até, da própria letra da lei, mas seguramente do espírito – os docentes para além da sua componente letiva têm uma componente não letiva que, quando realizada no estabelecimento, ultrapassa muito os limites estabelecidos e subverte o conceito de atividade letiva (parte da atividade letiva é realizada na componente não letiva. o ME tem de resolver esta situação).

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