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FENPROF
24 fev 2012 / 19:47

Vamos à luta!

Lutemos pelo futuro! Sejamos seus construtores!
Este o apelo com que Mário Nogueira terminou a sua intervenção no primeiro dia da vigília. Um apelo presente em todas as intervenções nesta expressiva ação contra a precariedade e o desemprego, que decorreu frente ao MEC, na Av. 5 de Outubro.

“Nós não temos professores a mais. Temos é sistema educativo a menos”, disse José Calçada, do Sindicato dos Inspectores de Educação e Ensino. Uma síntese muito clara do que está em causa num momento em que se assiste a um ataque brutal contra a escola pública.

Na intervenção de abertura, João Louceiro frisou que a vigília visava interpelar o poder político. Mas também dirigir-se à sociedade, exigir um sobressalto cívico, em defesa da escola pública, contra a precariedade que é regra na educação e nas ciências e investigação.

Problema naturalmente sentido, e que tem a sua expressão nesta ação de luta, com a presença de uma grande diversidade de organizações, abarcando, nomeadamente, a CGTP-IN, a Associação de Professores de EVT, os Precários Inflexíveis, representantes de “Os Verdes”, do Bloco de Esquerda e do PCP.

Face às dimensões da precariedade (Portugal ocupa o 3º lugar não quadro europeu) e mais ainda entre os professores, em que é superior à média nacional, o desafio é a luta contra as medidas já implementadas e outras em curso (por exemplo, prefigura-se uma onda de novos despedimentos em Setembro). Luta em que os professores deverão juntar forças às dos demais trabalhadores. Também participando na próxima jornada de luta: a greve geral de 22 de Março.

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