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FENPROF
04 jan 2008 / 19:25

Janeiro: FENPROF toma a iniciativa

É num quadro de profundo desacordo com o projecto do Governo para a direcção e gestão das escolas que a FENPROF preparou para este primeiro mês do novo ano um diversificado conjunto de acções, anunciado na conferência de imprensa de 4 de Janeiro, que irá mobilizar uma intensa intervenção sindical.

Os Sindicatos da FENPROF irão para as escolas esclarecer todos os docentes, chamando a atenção para os perigos que acompanham esta ofensiva do Governo. Como realçou Mário Nogueira no diálogo com os jornalistas, "a FENPROF irá apoiar as tomadas de posição das escolas" e lançará também um Abaixo-Assinado, que circulará muito brevemente em todas as escolas do País, tendo como objectivo a recolha de milhares de assinaturas.
Terão lugar, a nível regional e local, reuniões com conselho executivos dos agrupamentos e escolas, com eleitos do Poder Local, com representantes de associações e federações regionais de pais e encarregados de educação e ainda com associações de estudantes do Secundário.
"Vamos ainda solicitar reuniões à Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP), à Confederação Nacional das Associações de País (CONFAP), à Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública (FNSFP), ao Conselho das Escolas e à Comissão de Educação da Assembleia da República", anunciou o secretário-geral da FENROF.
Mário Nogueira revelou ainda que "iremos solicitar uma rigorosa apreciação jurídica para fundamentar as nossas apreciações quanto às ilegalidades contidas no projecto do Governo".
Oportunamente, a FENPROF entregará um parecer final sobre esta matéria ao Governo, construído na base de uma profunda reflexão, com os contributos dos docentes e das escolas. Mas, como disse o dirigente sindical, "entendemos que um debate profundo e uma discussão pública a sério, em torno de uma matéria tão importante para as escolas e para o sistema educativo, requer mais tempo do que o mês de Janeiro". No entanto, "ainda mais importante do que o tempo será a capacidade do Governo para atender às propostas que lhe chegarem", num clima de diálogo, lembrando, a propósito, recentes palavras do Presidente da República. / JPO

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