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FENPROF
29 jan 2020 / 15:08

FENPROF promove Conferência de Imprensa com primeiro balanço da Greve e expectativas para a Manifestação

Na próxima sexta-feira, dia 31, professores, educadores e investigadores estarão em luta. Motivos não faltam para esta e para outras lutas que se seguirão, tais como: a defesa das suas carreiras profissionais; uma aposentação justa, no momento e no valor da pensão; horários de trabalho que respeitem a lei; o fim da precariedade e de todos os abusos que se mantêm; melhores condições de trabalho; a gestão democrática de escolas e instituições; contra a municipalização; por medidas que ponham cobro à violência; pela remoção do amianto em todas as escolas e instituições; um financiamento adequado da Educação, do Ensino e da Ciência e políticas que defendam, valorizem e promovam o serviço público.

A luta (Greve e participação na Manifestação Nacional) que professores, educadores e investigadores levarão a cabo no dia 31 de janeiro também tem por objetivo a exigência de respeito pela negociação coletiva e pelas organizações sindicais. De facto, no Ensino Superior e na Ciência assiste-se a uma falta de medidas que concretizem o discurso de valorização e investimento que tem estado presente nas declarações dos responsáveis ministeriais; na Educação, para além da ausência de medidas positivas, vive-se um período, que se arrasta há demasiado tempo, de desrespeito pelos direitos sindicais, pelas organizações representativas dos docentes e pelas normas mais elementares da negociação coletiva. Na Educação Pré-Escolar e nos Ensinos Básicos e Secundário, as condições de exercício da profissão docente têm vindo a deteriorar-se, seja no que respeita à estabilidade dos profissionais, seja quanto à sua carreira, seja em relação às condições de trabalho nas escolas, com incidência nos horários de trabalho. Há, aliás, um cenário muito preocupante de envelhecimento, desgaste e perda de atratividade da profissão que o governo teima em ignorar, hipotecando claramente o futuro da Escola Pública e do País com tal tipo de opções políticas.

Foi neste quadro, confirmado pela recente reunião realizada no Ministério da Educação e pela falta de resposta do MCTES às propostas que lhe foram apresentas, que a FENPROF convocou Greve Nacional para o próximo dia 31 de janeiro, apelando a docentes e investigadores que marquem presença na Manifestação Nacional da Administração Pública prevista para o mesmo dia, a partir das 14:30 horas.

De manhã, pelas 10 horas de dia 31 de janeiro, a FENPROF promoverá uma Conferência de Imprensa, que terá lugar junto à Escola Secundária Passos Manuel (Travessa Convento de Jesus, Lisboa) na qual fará um primeiro balanço da greve e dirá das suas expectativas para a Manifestação desse mesmo dia.

 

O Secretariado Nacional

 


Para mais informações, consulte o Pré-aviso de Greve


 
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