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FENPROF
04 dez 2012 / 15:13

FENPROF exige respeito pela lei

A TVI passou uma importante e esclarecedora reportagem sobre parte significativa da realidade do ensino privado em Portugal, sobretudo do que é promovido por empresários que, há muito, vivem à conta dos dinheiros públicos para seu governo e enriquecimento, levantando ainda o véu sobre relações políticas indiciadoras de grande promiscuidade que poderão estar na base de favorecimentos que a FENPROF sempre denunciou.

Ver Programa "Repórter TVI", 3 de dezembro de 2012

A FENPROF saúda os professores, pais e encarregados de educação que tiveram a coragem de dar a cara para denunciar situações que se vivem em muitos colégios privados. A FENPROF saúda a jornalista Ana Leal pela coragem e apego à verdade que a confirma como grande profissional e uma Mulher de coragem o que, aliás, relevava de outros trabalhos que tem assinado. A FENPROF saúda todos os Professores e Professoras, das escolas públicas e dos colégios privados, que dão o máximo, com os seus alunos, para construírem um futuro melhor para Portugal.

A FENPROF exige do MEC, da IGE, da ACT e do Ministério Público, atendendo a todas as denúncias que foram enviadas por professores, pais e pela FENPROF, que desenvolvam uma investigação rigorosa e consequente sobre o que se passa nos colégios privados, em particular os que vivem à conta dos dinheiros públicos e, desde logo, os do grupo GPS. Mais que uma obrigação legal e política, esta exigência é também um “SOS EM DEFESA DOS DOCENTES DO ENSINO PARTICULAR E COOPERATIVO”.

A Federação Nacional dos Professores reitera a exigência, ao MEC e IGE, de realização das reuniões há muito solicitadas e nunca marcadas. Caso não se realizem, a FENPROF considera que se tornará mais clara a cumplicidade moral e política dos seus responsáveis por situações que se arrastam em muitos colégios privados do país, em que os vícios privados se satisfazem com dinheiros que são públicos. Recorda-se que, relativamente ao Ministério Público, a FENPROF fez chegar aos seus responsáveis queixas e denúncias de situações indiciadoras de crime, algumas das quais, a confirmarem-se, de extrema gravidade. Aguarda-se que o Estado de Direito Democrático funcione, como é seu dever.

O Secretariado Nacional da FENPROF
4/12/2012 

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