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FENPROF
23 abr 2010 / 15:09

Na acção sindical, só contam as saudades do futuro

“Encontramo-nos aqui, essencialmente, para pensarmos o futuro. É nisso que apostamos, é nessa construção que nos empenharemos. Sairemos daqui mais fortes e ainda mais coesos”.

O apontamento final de Mário Nogueira antecipou o que deverá ser a nota mais impressiva deste congresso: de Montemor-o-Novo, vai sair uma FENPROF virada para o futuro.

Depois de uma intervenção inicial do grupo coral Cantares de Évora, da projecção de um videograma sobre as acções de luta dos professores, de Samuel interpretar ao vivo o hino da FENPROF e da evocação de alguns dirigentes entretanto desaparecidos – Adriano Teixeira de Sousa, José Costa, Nuno Rilo, António Costa Carvalho, José Paulo Serralheiro e Rogério Fernandes –, o Secretário-Geral evocou o final do congresso anterior para recordar que a Federação honrou os compromissos aí assumidos e que, “três anos passados, categoria há só uma – professor e mais nenhuma”.

Recordando o histórico dos três últimos anos de acção da FENPROF, Mário Nogueira realçou que “nunca virámos a cara à luta, mas também nunca entrámos em becos sem saída”, nem “alimentámos aventureirismos”, aludindo à oportunidade e à importância do acordo alcançado com a nova equipa ministerial.

Finalmente, enunciando o futuro, o Secretário-Geral destacou que os grandes desafios passam pelo alargamento da escolaridade obrigatória para 12 anos – proposta que a FENPROF apresentou no Congresso de Braga, em 1998…

“Concretizar esse alargamento obrigará a um esforço de todos”. Exigirá empenhamento, mas também um investimento efectivo nos professores, nas escolas e, obviamente, no país.

A avaliação nos concursos

Mário Nogueira não deixou passar em claro a actual situação sobre a avaliação nos concursos, fruto da teimosia do Governo e do desrespeito pelo amplo consenso existente, não só entre os professores, mas também na própria Comissão de Educação da Assembleia da República, anunciando ao Congresso a entrada de processos em Tribunal que combatam juridicamente esta medida e a disponibilidade dos professores para a luta caso tal venha a ser necessário


 
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