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FENPROF
09 nov 2018 / 20:03

Sindicatos da FENPROF promovem semana de apoio à luta dos professores

Entre 12 e 16 de novembro, em todo o país, os Sindicatos da FENPROF estarão na rua em contacto com as populações. O grande objetivo é recolher milhares de postais de apoio à luta dos docentes.

Data

Horário

Local

 

 

 

12/11

11h00

AVEIRO – Praça Joaquim Melo Freitas

12/11

12h30

CASTELO BRANCO – Mercado Municipal/Avª 1.º de Maio

12/11

17h00

COVILHÃ – Garagem de S. João

12/11

11h00

COIMBRA – Praça 8 de Maio, COM MÁRIO NOGUEIRA, SECRETÁRIO-GERAL DA FENPROF E MEMBRO DA COORDENAÇÃO DO SPRC – Declarações aos órgãos de comunicação social às 12.00 horas

12/11

15h00

FIGUEIRA DA FOZ – Parque das Gaivotas

12/11

11h00

GUARDA – Largo João de Almeida

12/11

11h00

POMBAL – Entrada do Mercado Municipal

12/11

11h00

VISEU – Rossio

12/11

10h00

LAMEGO – Soldado Desconhecido

12/11

10h30

LISBOA – R. Cipriano Dourado (Metro/Autocarros Campo Grande) – COM JOSÉ ALBERTO MARQUES, PRESIDENTE DO SPGL – Declarações aos órgãos de comunicação social às 12.00 horas

12/11

15h00

SETÚBAL – Praça do Bocage 

12/11

10h30

SANTARÉM – Entrada W-Shopping (Largo Cândido dos Reis)  

12/11

11h00

FARO – Mercado Municipal 

12/11

11h30

ÉVORA – Largo Luís de Camões, COM MANUEL NOBRE, PRESIDENTE DO SPZS – Declarações aos órgãos de comunicação social às 12.00 horas

12/11

10h30

CASTELO DE VIDE – Sede do Agrupamento de Escolas 

12/11

10h00

BEJA – Portas de Mértola 

 

13/11

11h00

PORTO – Praça da Liberdade (junto ao Ardina) – COM MANUELA MENDONÇA, COORDENADORA DO SPN – Declarações aos órgãos de comunicação social às 12.00 horas

13/11

11h00

BRAGA – Praça da República (junto à Arcada)

13/11

11h00

BRAGANÇA – Largo dos Correios

13/11

11h00

VIANA DO CASTELO – Praça da República

 

14/11

12h00

LEIRIA – Largo da República

14/11

10h00

SEIA – Avenida 1.º de Maio

 

Uma luta que ganha mais expressão pelo direito à contagem do tempo de serviço que os professores exerceram com mérito, respondendo, sempre, às exigências científico-pedagógicas que lhes estão atribuídas e cumprindo com os seus deveres profissionais.

A profissão docente, apesar da importância social que tem, dos resultados que obtém e do contributo que dá para o prestígio e para o desenvolvimento económico, social e cultural do país, tem sido tratada sem a consideração que merece.

Para além do “contorcionismo” que tem sido impresso à carreira dos professores e educadores, praticamente com todos os executivos, nos últimos 15 anos, esperava-se que o atual, até pela expetativa criada, mas principalmente pela justiça que deveria ser garantida, repusesse a carreira docente na sua estrutura e corrigisse todos os vícios de que padece.

Esta desestruturação da carreira, a par da absoluta precariedade de muitos milhares de docentes, bem como a burocratização e a desregulamentação dos horários de trabalho, têm levado os docentes a persistirem na sua ação, desenvolvendo diversas e prolongadas formas de luta.

É esta não desistência que leva a que, de novo, e já desde 29 de outubro, os professores estejam a fazer greve ao serviço não letivo ilegal e a todo o serviço extraordinário imposto e não remunerado. Estima-se em muitas centenas de milhões de euros por ano que o Estado poupa com a imposição de serviço extraordinário, anualmente agravado, fazendo com que, semanalmente, em média, os professores façam mais 11 horas de trabalho “gratuito”. 

Por todos estes motivos, os professores vão estar na rua, falando com a população, esclarecendo e apelando ao seu apoio a esta luta, recolhendo milhares de postais que serão, depois, entregues ao Primeiro-Ministro de Portugal.

Uma luta que, tendo uma forte componente profissional, visa defender, também, uma melhor Escola Pública e mais Educação para todos.

 

O Secretariado Nacional


 
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