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FENPROF
16 jan 2017 / 11:16

FENPROF participou no 33º Congresso da CNTE

Movidos pelo mesmo ideal de Paulo Freire – “Onde quer que haja mulheres e homens, há sempre o que fazer, há sempre o que ensinar, há sempre o que aprender” –, cerca de 2500 representantes da Educação do Brasil e de mais 18 países estiveram reunidos de 12 a 15 de janeiro, em Brasília para participar em mais um congresso da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação do Brasil (CNTE).

Convidado de honra da cerimónia de abertura, o ex-presidente Lula da Silva referiu, por diversas vezes, a importância do investimento na Educação como condição para a construção de uma sociedade mais igualitária: “É o investimento mais barato e mais produtivo e o que dá mais retorno para o país”.

Numa intervenção pontuada por muitos aplausos, Lula da Silva insurgiu-se contra o afastamento da ex-presidente Dilma Russeff e as políticas que o governo de Temer quer implementar, nomeadamente a fortemente contestada reforma do ensino médio, afirmando:  “No fundo estão jogando fora uma palavra chamada sonho, o sonho de um Brasil competitivo do ponto de vista científico e tecnológico e a chance de se transformar efetivamente em uma grande nação.”

Realizado num período conturbado da política brasileira, da agenda do congresso fizeram parte as conjunturas internacional e nacional, as políticas educacional e sindical, o balanço político e o plano de lutas a desenvolver.

A anteceder o congresso teve lugar um seminário internacional, com a participação de 34 representantes de diversos países, para além do movimento social brasileiro.

Este seminário representou um espaço de reflexão sobre os desafios educacionais e políticos que se colocam nos diferentes países, assim como uma oportunidade para fortalecer laços de cooperação e solidariedade entre países e regiões. Para além dos países africanos de língua oficial portuguesa, estiveram presentes representantes de organizações de vários países da América Latina, da América do Norte, da Europa e da Ásia.

Em representação da FENPROF, Manuela Mendonça expressou o apoio e a solidariedade da Federação com os que lutam contra a subversão da democracia no Brasil, apresentou os principais problemas e desafios que os professores portugueses hoje enfrentam e manifestou confiança em que a luta e resistência do movimento sindical a políticas regressivas contribuirá para o aparecimento de alternativas políticas e de políticas alternativas, orientadas para a construção de um mundo mais desenvolvido, mais justo e mais solidário. 

 


 
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