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05 mar 2016 / 15:57

FENPROF realiza Conferência Sindical Internacional

O 12º Congresso Nacional dos Professores contará com um número significativo de delegações estrangeiras. Cerca de 50 organizações de mais de 30 países (da Europa, África, América do Norte, América Central e América Latina, Ásia e Oceânia) confirmaram já a sua presença neste congresso. Este facto é demonstrativo não apenas da importância que a FENPROF atribui à ação e solidariedade internacionais, mas também das boas relações de cooperação que, desde a sua fundação, vem mantenho com muitas organizações de todo o mundo. 

FENPROF REALIZA CONFERÊNCIA SINDICAL INTERNACIONAL
O 12º Congresso Nacional dos Professores contará com um número significativo de delegações estrangeiras. Cerca de 50 organizações de mais de 30 países (da Europa, África, América do Norte, América Central e América Latina, Ásia e Oceânia) confirmaram já a sua presença neste congresso. Este facto é demonstrativo não apenas da importância que a FENPROF atribui à ação e solidariedade internacionais, mas também das boas relações de cooperação que, desde a sua fundação, vem mantenho com muitas organizações de todo o mundo. 
Aproveitando a presença de tantos convidados estrangeiros, e face à impossibilidade de dar a palavra a todos durante o congresso, a FENPROF realiza, no dia anterior, uma conferência sindical internacional. Este ano o tema escolhido para a conferência é “Um sindicalismo progressista ao serviço da educação para todos” - um tema que releva o papel dos sindicatos de professores na defesa não apenas dos interesses sócio-profissionais dos docentes, mas também do direito a uma educação inclusiva e de qualidade, que só a escola pública pode garantir a todos. 
Como afirmou John Dewey – uma das principais referências da educação progressista na primeira metade do século XX –, os sindicatos dos professores “estiveram na vanguarda de todos os movimentos concebidos para melhorar a educação pública, para introduzir os princípios e ideais de educação progressista nas escolas frequentadas pela maioria das crianças; eles foram o principal instrumento, não só protegendo os professores de abusos individuais, mas também na oposição às tentativas dos políticos de usarem o sistema escolar público em seu benefício”.
É tendo presente esta herança que certamente se equacionarão os grandes desafios com que hoje nos confrontamos, nos planos nacional e internacional, nomeadamente os que se prendem com o combate a lógicas de privatização da educação, que querem transformar um direito humano básico num bem transacionável a numa apetecível área de negócio. 
Estamos certos de que, à semelhança do que aconteceu nas conferências internacionais anteriormente realizadas, esta será também um enriquecedor espaço de partilha de pontos de vista e de diferentes experiências, assim como um gratificante espaço de encontro dos convidados internacionais com quadros da FENPROF.

Aproveitando a presença de tantos convidados estrangeiros, e face à impossibilidade de dar a palavra a todos durante o congresso, a FENPROF realiza, no dia anterior, uma conferência sindical internacional. Este ano o tema escolhido para a conferência é “Um sindicalismo progressista ao serviço da educação para todos” - um tema que releva o papel dos sindicatos de professores na defesa não apenas dos interesses sócio-profissionais dos docentes, mas também do direito a uma educação inclusiva e de qualidade, que só a escola pública pode garantir a todos. 

Como afirmou John Dewey – uma das principais referências da educação progressista na primeira metade do século XX –, os sindicatos dos professores “estiveram na vanguarda de todos os movimentos concebidos para melhorar a educação pública, para introduzir os princípios e ideais de educação progressista nas escolas frequentadas pela maioria das crianças; eles foram o principal instrumento, não só protegendo os professores de abusos individuais, mas também na oposição às tentativas dos políticos de usarem o sistema escolar público em seu benefício”.

É tendo presente esta herança que certamente se equacionarão os grandes desafios com que hoje nos confrontamos, nos planos nacional e internacional, nomeadamente os que se prendem com o combate a lógicas de privatização da educação, que querem transformar um direito humano básico num bem transacionável a numa apetecível área de negócio. 

Estamos certos de que, à semelhança do que aconteceu nas conferências internacionais anteriormente realizadas, esta será também um enriquecedor espaço de partilha de pontos de vista e de diferentes experiências, assim como um gratificante espaço de encontro dos convidados internacionais com quadros da FENPROF.


 
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