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 Sindicato dos Professores no Estrangeiro
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30 jan 2017 / 22:26

Não se enganem os professores no EPE com atoardas que só servem para camuflar os verdadeiros interesses de quem não luta pelos seus direitos!

O Sindicato dos Professores no Estrangeiro tem sido perguntado sobre as alterações que virão a ser introduzidas pelo Decreto-Lei regulador do novo mecanismo de concursos. E isso porque, contrariamente ao que vem sendo dito e escrito, o mesmo ainda não conhece a luz do dia.

As desconfianças que têm sido instaladas, por força de uma campanha de desinformação bem orquestrada, só pretendem camuflar as atitudes tomadas por uma central sindical que, à revelia do processo negocial desenvolvido e, sem que o Ministério da Educação consiga “descalçar a bota” sobre o assunto, tenta lançar poeira para os olhos dos professores.

A verdade é só uma: os professores a trabalhar no EPE concorrem em pé de igualdade com os colegas da Madeira e Açores! Isso é inquestionável.

Agora, o problema é outro: os professores do ensino privado concorrem na mesma prioridade o que fará com que os docentes sejam “empurrados” mais para baixo nas listas de graduação! Todavia isso vai acontecer com todos os candidatos, incluindo os que já lecionam nas escolas públicas!

Aqui cabe um agradecimento especial, por parte dos professores a trabalhar no Ensino Português no Estrangeiro, ao favor que lhes foi prestado pela tal central sindical de que vos falámos acima. Todavia esta situação só se verifica para os professores dos colégios em contrato de associação.

Mas calma, porque o processo ainda não terminou! Esta “benesse” ainda pode vir a ser ampliada pois, a dita central sindical continua a “pressionar” no sentido da medida ser de tal forma abrangente que cubra todos os colégios, com ou sem contrato de associação.

Esta é a verdade que importa tornar pública junto dos professores!

O que nós pedimos é somente que nos deixem trabalhar na verdadeira defesa dos interesses dos professores.

Temos mantido uma atitude calma, serena e respeitadora dos procedimentos negociais. Vincámos publicamente e através dos protestos enviados ao Ministérios da Educação o nosso manifesto desacordo com a mudança de atitude/regra após o encerramento das negociações.

O que não podemos calar são as mentiras descaradas que intoxicam a opinião pública e alarmam os professores em particular!

Este populismo doentio está a minar a confiança e a credibilidade das estruturas que sempre têm defendido os professores e que os mesmos correm o risco de se deixarem embalar num sonho que depois poderá transformar-se num pesadelo.

Por agora, os concursos estão esclarecidos. Outras tomadas de posição com vista à desintoxicação das opiniões sobre assuntos importantes relacionados com o EPE surgirão no mais curto espaço de tempo. Agora, ler inverdades, muito sinceramente constitui uma perda de tempo!

A Comissão Executiva do SPE/FENPROF


 
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