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FENPROF
17 jun 2017 / 20:00

FENPROF pediu reunião ao Ministro da Educação para segunda-feira (19 DE JUNHO) à tarde

A FENPROF pediu hoje uma reunião de urgência ao Ministro da Educação. Essa reunião, de acordo com a proposta feita pela FENPROF, deverá realizar-se na próxima segunda-feira, dia 19, da parte da tarde.

A partir das 10 horas reunirá, em Lisboa, o Secretariado Nacional da FENPROF que preparará, durante a manhã, a reunião com o Ministro e, de tarde, irá acompanhá-la. Se não se realizar a reunião solicitada, o Secretariado Nacional da FENPROF manter-se-á em reunião convocando, então, uma Conferência de Imprensa para as 17 horas.

A reunião, há pouco, pedida ao Ministro da Educação tem por objetivo discutir o documento que ontem (16 de junho) à noite este enviou à FENPROF. Tal documento, não acrescenta absolutamente nada ao que o governante afirmara na reunião de 6 de junho. Recorda-se que foi na sequência dessa reunião que a FENPROF decidiu convocar a greve do próximo dia 21 de junho. Tendo em conta, porém, que o ME, no final do documento, se afirma disponível para dialogar, a FENPROF pretende, com a reunião solicitada, levar o Ministro Tiago Brandão Rodrigues a assumir compromissos em relação aos horários de trabalho (que não são abordados), à vinculação (que não vai além de 2018), à aposentação (uma vez que do documento recebido nada se retira, aliás, o que se afirma é, até, estranho), às carreiras (o documento parece confirmar que não haverá descongelamento em 2018 e que nem mesmo todas as situações ilegais serão reparadas), à gestão das escolas e à “descentralização” (não sendo admitido qualquer processo negocial ou, sequer, de discussão, sobre estas matérias).

A manterem-se as posições do ME, reiteradas num documento que nada retira aos motivos que levaram à convocação da greve de 21 de junho, a FENPROF reafirma a necessidade de, nesse dia, apesar dos serviços mínimos, haver contestação máxima.


 
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